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Governadora destaca fortalecimento da rede de proteção às mulheres durante homenagem ao programa “Não Temas, Maria”

A governadora Celina Leão participou, nesta segunda-feira (11), de sessão solene em homenagem ao programa “Não Temas, Maria”, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A iniciativa, desenvolvida pela Secretaria da Mulher em parceria com a Arquidiocese de Brasília, fortalece a rede de acolhimento e proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade. Por meio do Não Temas, Maria, é disponibilizada orientação, encaminhamento e apoio a vítimas de violência. O programa ainda promove ações educativas e oferece capacitações voltadas à prevenção da violência contra a mulher. Celina Leão: "Ninguém merece sofrer violência. Ninguém merece pedir o direito de existir" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Durante a solenidade, a chefe do Executivo destacou a importância de ampliar o acesso das mulheres à rede de proteção. “Maria simboliza muito do que é ser mulher, simboliza ter força, resiliência e enfrentar todas as adversidades. Essa responsabilidade que cabe a nós, como Estado — a de cuidar das nossas mulheres — precisa ser compartilhada. Aquilo que, por muitas vezes, era tabu de se discutir em espaços de igrejas e espaços religiosos virou também uma missão. Porque ninguém merece sofrer violência. Ninguém merece pedir o direito de existir”, afirmou Celina Leão.  A governadora também alertou para a necessidade de se combater os índices de violência contra a mulher.  “No ano passado, nós tivemos quase 20 mil ocorrências de violência. Lembrando que muitas das mulheres que vão a óbito por homicídio não registram a violência antes. E a maior rede de proteção, a primeira rede de proteção, com certeza, é a comunidade religiosa”, ressaltou.  Desde a criação do programa "Não Temas, Maria", cerca de duas mil pessoas participaram das atividades promovidas no DF. Entre as ações, estão encontros, treinamentos para lideranças religiosas e visitas técnicas aos equipamentos da Secretaria da Mulher. Quando a gente cuida da mulher, a gente está cuidando de uma geração, cuidando de uma família Um dos avanços do programa foi a criação de um protocolo de atuação entre as instituições parceiras. O objetivo é padronizar o acolhimento e os encaminhamentos feitos pelas comunidades religiosas à rede especializada de atendimento às mulheres. Segundo a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a parceria entre o poder público e as comunidades religiosas fortalece a rede de proteção às mulheres. “Quando a gente cuida da mulher, a gente está cuidando de uma geração, cuidando de uma família. Quando o Estado, o Executivo, o Legislativo e a Igreja se unem para dar condições para a mulher sair desse ciclo de violência, aí sim a gente pode transformar essa realidade”, disse.

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Centros de referência da mulher brasileira abrem as portas à comunidade no DF

Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs), equipamentos da rede de proteção da Secretaria da Mulher (SMDF), realizam encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção. O primeiro deles será nesta segunda-feira (27), na unidade de Sobradinho. No dia 28, será a vez do CRMB do Recanto das Emas, seguido por São Sebastião (29) e Sol Nascente/Pôr do Sol (30). Todos os encontros têm início às 9h. A ação, organizada pela SMDF em parceria com a Ação Social Renascer, entidade responsável pela execução dos serviços nas unidades, apresenta o funcionamento dos cursos, os atendimentos voltados à proteção e à promoção das mulheres e a atuação integrada de profissionais como assistentes sociais, enfermeiras, advogadas, psicólogas, educadoras e monitoras. Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs) vão promover encontros com a comunidade para apresentar os serviços oferecidos e ampliar o acesso à rede de acolhimento, orientação e proteção | Fotos: Arquivo/SMDF “Abrir as portas dos centros para a comunidade é uma forma de aproximar os serviços de toda a população e fortalecer a rede de apoio nos territórios. Quando as lideranças locais conhecem de perto o funcionamento dos equipamentos, ampliamos as parcerias e garantimos que mais mulheres saibam onde buscar acolhimento, orientação e oportunidades”, afirma a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Os encontros também têm como foco o diálogo com lideranças regionais, com vistas ao fortalecimento de parcerias institucionais voltadas para a prevenção e para o enfrentamento da violência doméstica. Mães com filhos a partir de 3 anos podem deixá-los na brinquedoteca das unidades, sob supervisão de monitoras. [LEIA_TAMBEM]Serviços oferecidos Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem. Os serviços incluem escuta especializada e encaminhamentos para a rede de proteção. O atendimento ocorre sem necessidade de agendamento prévio, mediante apresentação de documento de identificação com foto. Atualmente, as unidades estão com inscrições abertas para o terceiro ciclo de cursos gratuitos de capacitação profissional. São 400 vagas distribuídas entre Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol e Sobradinho II, com 25 vagas por turma. Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem As aulas começam em 6 de maio, com formações em empreendedorismo, marketing digital, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro, nos turnos matutino e vespertino, com cargas horárias entre 20 e 28 horas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril, por meio dos formulários disponíveis na rede social dos centros ou presencialmente nas unidades. Endereços das unidades · Recanto das Emas —  Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 · Sol Nascente / Pôr do Sol — Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 · São Sebastião — Área Especial 11, Centro de Múltiplas Atividades · Sobradinho II — AE 6 Coer, Quadra 1, Setor Oeste *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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GDF e governo federal alinham implantação da nova Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) segue ampliando políticas públicas de proteção e acolhimento às mulheres, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede. Com o objetivo de alinhar as próximas etapas para a implantação da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto, a titular da pasta, Giselle Ferreira, se reuniu nesta terça-feira (7) com a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Estela Bezerra. A Casa da Mulher Brasileira é considerada um marco na política de enfrentamento à violência de gênero no país. Com uma unidade em funcionamento em Ceilândia desde 2020, o equipamento público já transformou a vida de centenas de mulheres do DF, oferecendo atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário. A Casa da Mulher Brasileira oferece atendimento humanizado, orientação jurídica, apoio psicossocial, acesso à rede socioassistencial e abrigamento temporário | Foto: Divulgação/SMDF “Esse espaço representa dignidade e segurança para mulheres que estão buscando apoio. É onde elas encontram acolhimento, orientação e a chance real de reconstruir suas vidas. A nova Casa da Mulher Brasileira será mais uma porta aberta para recomeços, para que nenhuma mulher precise enfrentar a violência sozinha”, afirmou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. "A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado" Giselle Ferreira, secretária da Mulher A implantação de uma nova sede no centro da capital federal ampliará significativamente o acesso a esses serviços e fortalecerá ainda mais a rede de proteção que, no primeiro semestre de 2025, atendeu 7.451 mulheres, de acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. Giselle Ferreira apontou que a implantação da nova unidade reflete o compromisso da gestão com o aprimoramento das políticas públicas voltadas às mulheres. “Estamos estruturando uma política sólida, com foco na prevenção e no fortalecimento da rede de acolhimento. A nova sede no Plano Piloto será estratégica para ampliar o acesso das mulheres ao atendimento integrado, reforçando a atuação da Secretaria em todas as regiões do DF”, declarou. Estela Bezerra destacou a importância da cooperação entre os governos federal e distrital para viabilizar iniciativas como essa. “A construção da nova sede da Casa da Mulher Brasileira no DF simboliza a união de esforços em torno de uma política de Estado. A parceria com a Secretaria da Mulher do DF tem sido fundamental para fortalecer o atendimento às mulheres em situação de violência, com estrutura e efetividade”, pontuou. [LEIA_TAMBEM]A atuação da Secretaria da Mulher do DF tem se pautado por ações contínuas de prevenção, combate à violência, promoção de direitos e autonomia das mulheres. Com foco em uma abordagem transversal, a política pública é construída de forma integrada com demais órgãos do GDF, movimentos sociais e instituições da sociedade civil. Com investimentos crescentes e compromisso institucional, o Governo do Distrito Federal consolida sua atuação como referência nacional na proteção às mulheres, reafirmando que o enfrentamento à violência é prioridade e que Brasília está cada vez mais preparada para acolher, proteger e garantir os direitos de todas. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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GDF amplia rede de acolhimento a vítimas em situação de violência e registra já mais de 25 mil atendimentos em 2025

“Eu cheguei aqui de uma forma bem vulnerável, debilitada, sem apoio da família e sem saber para onde correr. Hoje, posso dizer que encontrei uma nova vida, uma rede de apoio que me deu forças para recomeçar.” O relato é de Joana*, mãe solo de cinco filhos, que durante cinco anos viveu um relacionamento abusivo e foi vítima de violência, sendo mantida em cárcere privado por mais de dois anos. Joana chegou ao Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) há seis meses. Desde então, participa do grupo psicossocial Virando a Página, que ocorre de forma remota às quartas-feiras e reúne cerca de 30 participantes — os encontros são conduzidos por um psicólogo. Além disso, Joana passou a frequentar toda quinta-feira à tarde os cursos de artesanato do Ceam, onde tem aprendido fuxico, tapeçaria, crochê e bordado. Hoje, além do acompanhamento psicológico e social, ela recebe o Bolsa Família e o auxílio aluguel social, benefício temporário de R$ 600 mensais destinado a mulheres em situação de violência doméstica que precisam deixar suas casas para viver com segurança. Joana* encontrou ajuda no Centro Especializado de Atendimento à Mulher para sair do ciclo de violência que vivia em seu relacionamento | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Rede em expansão Histórias de superação como a de Joana refletem o fortalecimento da rede de atendimento no Distrito Federal. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas. As unidades oferecem escuta qualificada, orientação jurídica, apoio psicossocial e encaminhamentos para a rede de proteção. A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo permanecem como referências de assistência, enquanto os novos centros, núcleos especializados e unidades móveis reforçam a capilaridade dos serviços. "A missão da Secretaria da Mulher é a prevenção, a informação. Quando acontece a violência, a gente tem que enfrentar; mas a gente quer que ela não aconteça e é por isso que a gente tem feito essa política de levar campanha, de levar informação e de, cada vez mais, ampliar os nossos espaços públicos. Nós saímos de 14 unidades para 31 unidades, este ano inauguramos quatro Centros de Referência da Mulher Brasileira para ampliar essa rede. Porque nós, mulheres, temos uma tripla jornada e se a mulher não vai buscar seu apoio, buscar sua informação, a informação tem que ir até ela”, destaca a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 24.983 atendimentos psicossociais em todas as unidades, com 11.226 mulheres acolhidas, conforme dados do Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio. A ampliação da rede foi possível graças ao aumento do orçamento da Secretaria da Mulher, que cresceu 743% entre 2020 e 2024. Em 2020, pouco mais de R$ 10,3 milhões foram aplicados. No ano passado, o valor empenhado chegou a $86,9 milhões. “Quem cuida de uma mulher, cuida de uma família, cuida de uma geração. Se a mulher está bem, com certeza nós vamos ter um mundo melhor. Então, é um investimento. Este é um governo amigo da mulher”, acrescenta a secretária. “Com o investimento contínuo e a expansão de nossa rede de acolhimento, mostramos o compromisso de nossa gestão em proteger e garantir o desenvolvimento integral de cada mulher. Nosso objetivo é que todas tenham acesso rápido e humanizado a serviços públicos e oportunidades para alcançar sua autonomia financeira. São políticas públicas que transformam vidas, tornando o DF um lugar cada vez melhor para as mulheres”, emenda a vice-governadora Celina Leão. Em apenas dois anos, a Secretaria da Mulher ampliou de 14 para 31 o número de unidades de acolhimento espalhadas por todas as regiões administrativas Responsabilização dos agressores A rede também atua na reeducação de homens autores de violência. Por meio de encontros com grupos reflexivos, o atendimento busca romper padrões de comportamento e prevenir reincidência. João* foi um dos assistidos. “No início, cheguei acanhado, fechado; mas fui acolhido e percebi que muito do que eu achava que estava certo era errado. Mudei meu jeito de pensar e agir. Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família”, relata. Segundo ele, o espaço funciona como uma oportunidade de reflexão. “Quando uma mulher é agredida, o silêncio protege o agressor, mas o agressor também precisa se proteger dele mesmo, porque cada violência só o aprisiona mais. Esse programa me deu coragem para mudar”, desabafa. A rede de acolhimento também atua na reeducação de homens autores de violência. "Hoje, sou uma pessoa diferente, aprendi a conversar antes de reagir, a ter paciência. Hoje, consegui reconstruir o diálogo com minha família", relata João*, um dos assistidos Denúncia Se você está passando por uma situação de violência, denuncie por meio do 197 (Polícia Civil); 190 (Polícia Militar); 156, opção 6 (Central 156 do GDF); 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico a mulher disponíveis no DF: ⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF ⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania ⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia ⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira ⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher ⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. *Todos os personagens usaram nome fictício por questões de segurança

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Mais crianças atendidas em lares temporários

[Olho texto=”“O programa é uma referência no tocante a acolhimento. Em vez de institucionalizarmos a criança, a encaminhamos para um lar onde ela recebe amor, carinho e o cuidado necessários para seu desenvolvimento”” assinatura=”Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Família Acolhedora – serviço do Governo do Distrito Federal (GDF) que permite que famílias cuidem temporariamente de crianças de até 6 anos que se encontrem em situação de vulnerabilidade social – vai ampliar o atendimento no DF. Atualmente, 20 crianças estão inseridas em lares temporários. A partir dos próximos meses, esse número subirá para 65. Nesta terça-feira (1º), o Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou a ampliação da meta com a seleção da entidade da sociedade civil que será responsável pela execução dos serviços. Confira aqui. “O programa é uma referência no tocante a acolhimento. Em vez de institucionalizarmos a criança, a encaminhamos para um lar onde ela recebe amor, carinho e o cuidado necessários para seu desenvolvimento”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Desde 2019, 107 crianças foram atendidas pelo programa e mais de 50 retornaram à família de origem | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília O acolhimento familiar é uma das medidas de proteção previstas em caso de direitos violados ou ameaçados – seja por ação, seja por omissão do Estado, dos pais ou responsáveis ou pela própria conduta. A disposição está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e difere da adoção, por ser temporária. O objetivo é a reintegração familiar ou o encaminhamento para família substituta. Desde que foi lançado em 2019, 107 crianças foram atendidas e mais de 50 retornaram à família de origem. Atualmente, 46 famílias estão habilitadas e outras dez estão em processo de capacitação para oferecerem o acolhimento. [Olho texto=”“A diversificação da rede de acolhimento e a ampliação das vagas de acolhimento em família acolhedora são a via de consolidar práticas de corresponsabilização social pela infância e adolescência e de caminhar na garantia do direito da convivência familiar e comunitária”” assinatura=”Julia Salvagni, coordenadora técnica do Família Acolhedora” esquerda_direita_centro=”direita”] O tempo de acolhimento varia de caso a caso, mas a previsão legal estipula que não deve superar 18 meses. Quase 30 crianças foram adotadas, apesar de esse não ser o foco do programa. “Ao longo da habilitação dessas famílias, trabalhamos o desapego. Fazemos questão de deixar claro que trata-se de uma situação temporária”, frisa Julia Salvagni, mestre em Direitos Humanos e Cidadania e coordenadora técnica do Família Acolhedora. “A diversificação da rede de acolhimento e a ampliação das vagas de acolhimento em família acolhedora são a via de consolidar práticas de corresponsabilização social pela infância e adolescência e de caminhar na garantia do direito da convivência familiar e comunitária”, informa a especialista. Mais informações sobre o Família Acolhedora pelo e-mail familiacolhedora.aconchego@gmail.com. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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