Acordo é firmado para ofertar cursos e ações de ressocialização no sistema prisional
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicado no Diário Oficial do DF, desta quinta-feira (9/7), o acordo de cooperação para execução do Projeto Ressocialização 3D, voltado a pessoas privadas de liberdade que cumprem pena no sistema prisional do Distrito Federal. A iniciativa prevê ações de desenvolvimento pessoal, social e profissional, com atividades de caráter socioemocional, construção de projetos de vida, inclusão digital, fortalecimento de vínculos familiares e incentivo à qualificação profissional. As atividades serão realizadas no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), em Brasília, conforme planejamento definido entre as partes e com a direção da unidade prisional. O acordo não prevê transferência de recursos financeiros entre as partes, e cada instituição será responsável pelos custos relacionados às obrigações assumidas. A iniciativa prevê ações de desenvolvimento pessoal, social e profissional | Foto: Divulgação/Seape-DF A proposta de trabalho será executada por meio da metodologia Ressocialização 3D, estruturada em três eixos: Digno, com foco na dignidade humana e no fortalecimento psicossocial; Digital, voltado à inclusão tecnológica e ampliação de oportunidades educacionais; e Desenvolvido, direcionado ao crescimento pessoal, profissional e à construção de projetos de vida. Entre as atividades previstas estão oficinas socioemocionais, orientação profissional, ações de cidadania, elaboração do Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) e acompanhamento dos participantes. O acordo terá vigência de 12 meses, a contar da publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, podendo ser prorrogado. *Com informações da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF)
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Educação de Jovens e Adultos chega ao sistema prisional
A educação dentro do sistema prisional do Distrito Federal ganhou um novo formato. A Secretaria de Educação (SEEDF) abriu a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), ampliando o acesso ao ensino para pessoas privadas de liberdade. Laboratórios de informática já foram instalados nas sete unidades prisionais do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seape “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência” Lilian Sena, diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica A iniciativa foi viabilizada com a instalação de laboratórios de informática nas sete unidades prisionais do DF, com financiamento do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A estrutura permite que as atividades ocorram em ambiente controlado, conciliando segurança e acesso à tecnologia. “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência”, ressalta a diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica, Lilian Sena. O modelo foi construído a partir de um projeto pedagógico elaborado pelo Centro Educacional 01 de Brasília em conjunto com a equipe técnica da administração penitenciária. A proposta amplia o alcance das ações educacionais já existentes e busca garantir continuidade nos estudos dentro das unidades. Tecnologia e acesso [LEIA_TAMBEM]A experiência começou como projeto-piloto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Nessa primeira etapa, 11 estudantes passaram a ter acesso à formação básica com apoio de professores e uso de recursos digitais, o que amplia as possibilidades de inclusão educacional e tecnológica. “Além de ampliar a oferta educacional nas prisões, a EJA a distância possibilita uma formação básica de qualidade para os custodiados que não tinham acesso à educação no CPP”, explica a diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Telma Cristiane. “Os 11 estudantes contemplados neste primeiro momento terão acesso à tecnologia, com suporte de professores qualificados. Tenho a certeza de que esse tipo de formação terá um impacto muito positivo na vida desses estudantes ao inseri-los no mundo digital, abrindo possibilidades sociais e profissionais para eles.” A proposta se insere em uma política mais ampla de reintegração social por meio da educação. A avaliação é que o acesso ao ensino e às ferramentas digitais contribui para a construção de novas perspectivas fora do sistema prisional. “Nosso entendimento é que o sistema prisional deve ser, ao mesmo tempo, espaço de responsabilização e de reconstrução de trajetórias. Essa iniciativa reforça o compromisso da secretaria em expandir projetos de estudo, trabalho e inclusão digital em toda a rede prisional do DF”, afirma o diretor de Políticas Penitenciárias da Seape, George Yves. *Com informações da Secretaria de Educação
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Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF
Nesta quinta-feira (26), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) abriu a primeira etapa do Centro Integrado de Treinamento em Armamento e Tiro (Citat), no Setor de Múltiplas Atividades Norte (SMAN). Um dos diferenciais do local é o alcance social e ressocialização, já que a mão de obra empregada nesta fase foi composta por pessoas privadas de liberdade, devidamente classificadas para o trabalho externo. A exemplo da primeira etapa, as demais dão sequência ao projeto fundamentadas em estudos ambientais e urbanísticos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Centro de capacitação faz parte da estrutura do programa Segurança Integral, baseando-se em atuação conjunta Nesta primeira etapa, foram entregues seis baias de tiro, áreas administrativas, depósitos provisórios, pista off-road, pista rústica de corrida de 750 metros, estacionamento, ponto de água, taludes gramados e infraestrutura viária adequada. O projeto segue em execução precedida de estudos ambientais e urbanísticos, contemplando, compromisso de sustentabilidade, reaproveitamento de água, iluminação eficiente e manejo adequado de resíduos. O centro de capacitação operacional , que integra o programa Segurança Integral, foi planejado para atender de forma conjunta as forças distritais — Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran-DF, Polícia Penal e SSP-DF — além de órgãos federais e parceiros estratégicos. Fortalecimento Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, pontuou que o centro é resultado direto de um ambiente institucional que valoriza e fortalece as forças de segurança: “Hoje as forças de segurança têm liberdade de atuação e prestígio real dentro do governo. Muitas vezes, quem está na rotina não percebe as vitórias que temos conquistado. Isso é fruto de um governo que nos incentiva a trabalhar e reconhece a importância da segurança pública. Esse centro é de todos vocês. Não é para ter burocracia, é para ser usado, para treinar, para crescer junto”. Durante a inauguração, a vice-governadora Celina Leão enfatizou: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas” “Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A vice-governadora Celina Leão enfatizou que não há política de segurança eficiente sem valorização e estrutura: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas. Fizemos a valorização das carreiras, entregamos estrutura, investimos em tecnologia e agora entregamos um espaço que integra e capacita. Não se faz segurança pública sem preparo, sem treino e sem gestores que acreditem na proteção da sociedade”. O secretário de Segurança Pública também ressaltou os avanços históricos da segurança pública do DF, que hoje ocupa o segundo lugar nos indicadores nacionais. “Isso não é acaso, é trabalho”, afirmou. “Saímos da 19ª colocação para o segundo melhor resultado do país e estamos crescendo fortemente. Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida”. Segurança integrada “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil” Wanderson Teles, secretário de Administração Penitenciária O secretário de Administração Penitenciária, Wanderson Teles, reforçou o caráter da integração promovida pelo projeto, destacando o papel dos policiais penais e a importância do sistema prisional no controle do crime organizado. “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil”, disse. “Durante muitos anos se falou em integração como palavra de discurso”, prosseguiu Teles. “Fazer integração na prática é muito mais difícil — e é isso que está acontecendo aqui. Esse centro materializa essa união. Segurança pública e enfrentamento ao crime organizado não se fazem sem uma polícia penal forte, com controle do sistema penitenciário e compromisso com a ressocialização. E nisso os nossos policiais dão exemplo todos os dias”. [LEIA_TAMBEM]A comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Ana Paula Habka, lembrou que a estrutura é condição indispensável para o fortalecimento profissional: “Para valorizar o policial, é preciso dar estrutura. Esse espaço nos dá liberdade para treinar e estar preparados.” O Citat foi idealizado a partir de uma proposta apresentada em 2023 por policiais penais e estruturado como política pública estratégica a partir de 2024, envolvendo parcerias com diversos órgãos do DF, como Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Novacap, DER-DF, SLU, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e de Agricultura e Abastecimento (Seagri-DF), além de administrações regionais. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Circuito de Ciências 2025 destaca protagonismo da EJA e participação inédita do sistema prisional
A Secretaria de Educação (SEEDF) realizou, na noite de terça-feira (25), a etapa final do Circuito de Ciências 2025. A cerimônia de premiação, no Auditório Neusa França, na sede da pasta, mobilizou escolas das 14 coordenações regionais de ensino (CREs) com projetos de iniciação científica e soluções inovadoras para desafios reais das comunidades escolares e da sociedade. O evento celebrou o protagonismo dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Neste ano, a temática central foi “Água para quê?”, e os estudantes apresentaram trabalhos que exploraram o recurso natural sob diferentes perspectivas, destacando sua importância para o planeta, para a regulação do clima e para o desenvolvimento das comunidades. Estudantes e educadores ocuparam o Auditório Neusa França, na noite de terça (25), para celebrar os projetos vencedores do Circuito de Ciências 2025 | Foto: Vinicius Gabriel/SEEDF Ciência inclusiva A participação inédita de estudantes do sistema prisional, representados pelo Centro Educacional (CED) 01 de Brasília, foi um dos destaques. Eles foram premiados por desenvolver um projeto sobre tratamento e melhoria da água dentro do presídio. A escola conquistou o 1º lugar na categoria E (2º segmento) e o 2º lugar na categoria F (3º segmento), mostrando que a educação científica pode superar barreiras físicas e sociais. A professora de matemática Luciana Braga, que representou os alunos na premiação, reforçou o papel democratizante do evento. “A educação transforma vidas, e é isso que buscamos fazer no sistema prisional. Trabalhamos com pessoas que vivem à margem da sociedade, e acreditamos que a educação pode chegar até lá e transformar a vida delas. O Circuito de Ciências democratizou o saber no momento em que a ciência entrou no presídio”, disse. [LEIA_TAMBEM]A educadora também reforçou a relevância social das iniciativas: “A maioria dos nossos alunos vêm de comunidades carentes do DF. Por isso, é fundamental ter uma alternativa simples e de baixo custo para o tratamento de água”. Impacto na comunidade O trabalho social também marcou o projeto vencedor da Categoria F (3º Segmento EJA). A estudante Ester Gouveia Pardim, de 18 anos, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de São Sebastião, integrou a equipe que desenvolveu um sistema de filtração caseira para garantir acesso a água potável. Para ela, o trabalho foi um exercício de empatia e aprendizado com a realidade. “Fizemos uma pesquisa de campo e conversamos com moradores que utilizam água de poços. Queríamos entender a rotina deles e saber se passavam mal por causa dessa água. Ter esse contato com a realidade da nossa comunidade foi muito impactante. Trouxemos amostras e, após o processo científico, ficamos felizes que nosso trabalho deu certo, mas tristes por confirmar que aquelas pessoas consumiam água contaminada”, relatou. Ester reforçou que o projeto oferece uma solução simples e econômica. “Em todas as nossas apresentações, mostramos o quanto nosso trabalho representa empatia”, finalizou a jovem cientista. A professora Luciana Braga recebeu uma premiação em nome dos estudantes do sistema prisional e ressaltou a importância de projetos de baixo custo para o tratamento da água Projetos premiados Categoria D – Primeiro segmento EJA · 1º lugar: Conta fácil: decifrando a conta de água e promovendo o consumo consciente (CEF 03 – Planaltina) · 2º lugar: Plantas medicinais e uso racional da água: sistema eletrônico de irrigação reprogramado para residências e hortas comunitárias (CED PAD-DF – Paranoá) · 3º lugar: Captação de águas da chuva para cultivo sustentável de horta orgânica e demais utilidades (CEF 113 – Recanto das Emas) Categoria E – Segundo segmento EJA · 1º lugar: Ciências e cidadania na EJA: filtro caseiro e Sodis [sistema de desinfecção de água] para melhoria da qualidade da água (CED 01 de Brasília) · 2º lugar: Microplásticos na água: um problema invisível (CEF 113 – Recanto das Emas) · 3º lugar: Alternativas para garantir acesso a recursos vitais (CEF 03 – Planaltina) Categoria F – Terceiro segmento EJA · 1º lugar: Filtração caseira: uma alternativa para o acesso à água potável em uma comunidade de São Sebastião – DF (CEM 01 – São Sebastião) · 2º lugar: Uma alternativa para o tratamento de água (CED 01 de Brasília) · 3º lugar: Profissões aquáticas e botânica (CEM 04 – Ceilândia). *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Selo Inclusão Cidadã vai homenagear empresas que apostam na ressocialização
No ano em que celebra 39 anos de atuação em prol da ressocialização, a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), lança oficialmente o Selo Inclusão Cidadã. Empresas com destaque na responsabilidade social são o foco dessa homenagem | Foto: Divulgação/Funap-DF “Esse reconhecimento fortalece nossa missão e mostra que ressocializar é um ato coletivo, que envolve poder público, iniciativa privada e toda a sociedade” Deuselita Martins, diretora-executiva da Funap-DF A certificação será concedida a empresas e órgãos públicos que se destacam pela responsabilidade social ao empregar pessoas privadas de liberdade e egressos do sistema prisional do DF. Com o lema “Respeitar, Ressocializar, Reintegrar e Reconstruir”, o distintivo é um símbolo do compromisso da sociedade civil com a transformação de vidas, promovendo dignidade, oportunidades e novos caminhos para quem busca recomeçar. “Cada empresa parceira que recebe o Selo Inclusão Cidadã é mais do que uma aliada institucional: é protagonista na transformação de vidas”, lembra a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins. “Esse reconhecimento fortalece nossa missão e mostra que ressocializar é um ato coletivo, que envolve poder público, iniciativa privada e toda a sociedade.” Requisitos O Selo Inclusão Cidadã será concedido às empresas que atenderem a requisitos como contrato vigente com a Funap-DF no mínimo há 12 meses; percentual de contratação de reeducandos ou egressos e pontualidade com as obrigações financeiras devidas. [LEIA_TAMBEM]As empresas certificadas poderão utilizar o selo em materiais institucionais, publicitários e de endomarketing, demonstrando ao mercado e à sociedade seu compromisso com a inclusão cidadã. A proposta da Funap-DF é que o selo seja também uma forma de homenagem pública às empresas parceiras, que superam preconceitos e abraçam com coragem e responsabilidade a causa da reintegração social. Para marcar ainda mais esse compromisso, a fundação promove um evento anual de premiação, integrando a programação comemorativa de aniversário, em que os certificados serão entregues oficialmente às empresas qualificadas. A primeira entrega oficial do Selo Inclusão Cidadã será feita durante a premiação do 2º Concurso Cultural da Funap, no dia 25 deste mês, às 14h, no auditório da Administração Regional do Guará. “O Selo Inclusão Cidadã é um marco na construção de uma sociedade mais justa”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Ele reconhece e valoriza as empresas que acreditam na força do recomeço e que oferecem oportunidades para que os reeducandos e egressos possam escrever novas histórias de vida.” Veja o edital publicado. *Com informações da Funap-DF
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Mais de 400 mulheres já se tornaram empreendedoras com o projeto Fazer o Bem Tá na Moda
“É especial ver roupas minhas – que não estão mais em uso, mas que têm tanto significado – poderem fazer a diferença na vida de mulheres com histórias de vulnerabilidade. É gratificante saber que elas vão transformar isso em oportunidade e empreendedorismo”. O depoimento é da analista de gestão pública Gaya Dórea, durante a cerimônia de lançamento da terceira edição da campanha Fazer o Bem Tá na Moda, realizada nesta terça-feira (19), na loja Leila Bessa Tecidos Especiais, no Lago Sul. Promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa já beneficiou mais de 400 mulheres em situação de vulnerabilidade em suas duas primeiras edições. Agora, outras 100 mulheres serão contempladas — desta vez, as artesãs do Instituto Maria do Barro, em Planaltina. A analista de gestão pública Gaya Dórea doou roupas e acessórios que já não usava mais para a campanha Fazer o Bem Tá na Moda: “É gratificante saber que vão transformar isso em oportunidade e empreendedorismo” | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Desapego que gera oportunidade A dinâmica é simples: 100 mulheres com independência financeira receberam bolsas personalizadas para preenchê-las, em até 15 dias, com roupas, calçados e acessórios pessoais em bom estado que já não usam mais. Os itens doados serão destinados às artesãs do Instituto, que poderão utilizá-los no dia a dia ou transformá-los em fonte de renda. “Esta terceira edição representa não apenas mais um passo na mobilização social, mas também uma nova oportunidade de mostrar o poder de transformação que vem do nosso coletivo. Estamos unindo solidariedade, economia circular e valorização da cultura brasiliense, promovendo autonomia e visibilidade para as mulheres artesãs do Instituto Maria do Barro. Queremos que cada bolsa carregue esperança, reconhecimento e prosperidade”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. O lançamento da terceira edição do projeto ocorreu nesta terça (19), na loja Leila Bessa Tecidos Especiais, no Lago Sul Cultura e visibilidade nacional O Instituto Maria do Barro capacita mulheres em situação de vulnerabilidade social — a maioria mães solo e donas de casa que não tiveram oportunidades formais de trabalho – e vem conquistando projeção nacional com a Coleção Barrolândia, que retrata casas de favelas brasileiras em pequenos tijolinhos de barro. Atualmente em exposição na Casa Cor DF, as peças chamaram a atenção da cantora Anitta, que escolheu a coleção para decorar sua mansão, ampliando a visibilidade do trabalho feito por essas mulheres da comunidade. A presidente do Instituto, Dadá Silva, mais conhecida como Dadá do Barro, ressaltou a importância da parceria: “Essa iniciativa vai ajudar muito no fortalecimento do empreendedorismo das nossas mulheres. Com os itens arrecadados, elas terão mais condições de aumentar sua renda e investir no próprio trabalho. É uma oportunidade concreta de autonomia financeira que alcança não só cada beneficiada, mas também toda a comunidade em torno dela”. Dadá Silva, presidente do Instituto Maria do Barro: “Essa iniciativa vai ajudar muito no fortalecimento do empreendedorismo das nossas mulheres. Com os itens arrecadados, elas terão mais condições de aumentar sua renda e investir no próprio trabalho” Ressocialização e novos caminhos As bolsas entregues às participantes são confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Sejus-DF. Além de aprenderem um ofício, essas mulheres privadas de liberdade recebem remuneração e têm direito à remição de pena, reforçando o caráter de ressocialização da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]Parceira da ação, a empresária Leila Bessa, que doou tecidos para a confecção das bolsas, destacou sua emoção em participar do projeto. “Fiquei felicíssima com o convite da Secretaria. Sempre achei essencial ocupar a mente e oferecer oportunidades reais para essas mulheres. Doar tecidos que promovem a capacitação e ressocialização é uma honra. Além disso, doar itens em bom estado, capazes de transformar vidas, é um ato de amor”, avalia. A terceira edição do projeto Fazer o Bem Tá na Moda também contou com o apoio do Unique Buffet e da cantora Isabelle Jabour. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Concurso cultural para reeducandos reforça a arte como caminho para a ressocialização
A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap-DF), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), lançou o 2º Concurso Cultural, destinado aos reeducandos que atuam em atividades externas, conforme edital publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (11). Neste ano, o concurso contará com as modalidades redação e desenho, tendo como tema Recomeçar é possível: o poder de uma nova chance. A iniciativa faz parte das comemorações pelos 39 anos da Funap/DF e estimula a expressão artística como instrumento de reflexão, superação e reintegração social. O valor da premiação para os três primeiros colocados de cada categoria varia de R$ 1 mil a R$ 2 mil | Foto: Divulgação/Funap-DF As redações devem ser manuscritas pelo próprio participante. O tamanho deve ser entre 20 e 35 linhas. Os desenhos devem ser feitos em papel tamanho A4. Cada participante poderá se inscrever em apenas uma modalidade e apresentar um único trabalho. Os três primeiros colocados de cada modalidade receberão prêmios em dinheiro, variando de R$ 1.000 a R$ 2.000, além de certificado de participação e reconhecimento institucional. Inscrições e prazos As inscrições poderão ser feitas até 10 de setembro, no site da Funap ou presencialmente na sede da fundação (SIA Trecho 2, Lotes 1.835/1.845, 1º andar). Os trabalhos deverão ser entregues até 12 de setembro, também na sede da Funap. “Quando oferecemos espaço e incentivo para que os reeducandos se expressem, estamos abrindo portas para que eles redescubram potenciais e acreditem em novas oportunidades” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, reforça: “Iniciativas como essa são provas concretas de que a ressocialização é possível. Quando oferecemos espaço e incentivo para que os reeducandos se expressem, estamos abrindo portas para que eles redescubram potenciais e acreditem em novas oportunidades”. Já a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins, pontua: “A arte tem um papel essencial na reconstrução de trajetórias. Cada redação e cada desenho inscritos no concurso carregam histórias de luta, superação e esperança. Nosso papel é incentivar e mostrar que sempre há caminhos para recomeçar”. *Com informações da Funap
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Campanha Fazer o Bem Tá na Moda entrega 50 bolsas a mulheres em vulnerabilidade e impulsiona empreendedorismo
“Essa bolsa caiu do céu. É o primeiro passo para uma nova fase na minha vida: de empreendedora. Quero revender tudo e transformar isso em um recurso que mude minha história”, disse Claudineia Mendonça, 27 anos, desempregada, ao receber uma das 50 bolsas entregues na tarde desta segunda-feira (11) pela campanha Fazer o Bem Tá na Moda. Dentro, roupas e produtos de excelente qualidade, um incentivo concreto para que ela inicie uma atividade própria e conquiste independência financeira. A entrega, realizada na sede do Instituto Inclusão de Desenvolvimento e Promoção Social, em Ceilândia Norte, marcou a primeira distribuição desta nova etapa da iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que promove o empreendedorismo feminino e o fortalecimento da autoestima de mulheres em vulnerabilidade. O Instituto acolhe pessoas em situação de rua encaminhadas pela Central de Vagas do Governo do Distrito Federal e oferece atendimento psicossocial e psicopedagógico, além de oficinas de capacitação. Claudineia Mendonça foi uma das contempladas pela campanha Fazer o Bem Tá na Moda: "É o primeiro passo para uma nova fase na minha vida, de empreendedora" | Foto: Divulgação/Sejus-DF Entre as contempladas estava também a trancista Giane Assunção Martins, 32 anos, moradora de Taguatinga Norte, mãe de três filhos. “Não me acho muito boa para vender, mas essa bolsa cheia de peças sofisticadas mexeu com a minha autoestima. Não é porque a mulher está em vulnerabilidade que ela não pode ter vaidade. Se trabalho fazendo tranças, preciso estar com o cabelo impecável; se estou bem vestida, valorizo meu trabalho — as clientes não me veem como desleixada. Esse projeto nos ajuda a brilhar.” Rede de oportunidades Na prática, a campanha seleciona e convida 200 mulheres do DF que já têm independência financeira para montar, individualmente, uma bolsa com roupas, sapatos, acessórios, joias e bijuterias em bom estado. Cada uma dessas bolsas, confeccionadas por mulheres privadas de liberdade da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), é destinada a 200 mulheres em situação de vulnerabilidade social, indicadas por instituições parceiras da Sejus-DF. A trancista Giane Assunção Martins já sabe como vai usar as roupas e acessórios que ganhou: "Se trabalho fazendo tranças, preciso estar com o cabelo impecável; se estou bem vestida, valorizo meu trabalho — as clientes não me veem como desleixada Mais do que uma ação de arrecadação, a iniciativa aposta na economia circular, na ressocialização e no incentivo ao empreendedorismo feminino como ferramentas de mudança. Cada bolsa carrega não apenas itens de qualidade, mas também histórias de superação e recomeço. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora da campanha, ressaltou o alcance da iniciativa: “Essa ação é grandiosa porque transforma tanto quem doa quanto, principalmente, quem recebe. Mais do que roupas e acessórios, entregamos oportunidades e esperança para que essas mulheres reescrevam suas histórias”. Para Taisa Souza, gestora do Instituto Inclusão, a entrega representa um estímulo direto à autonomia das participantes. “Vamos trabalhar com essas mulheres a economia solidária. Elas serão orientadas para a venda e pretendemos organizar um bazar solidário na instituição. É uma ação que reacende a esperança”, observou. Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania: “Mais do que roupas e acessórios, entregamos oportunidades e esperança para que essas mulheres reescrevam suas histórias” Educação financeira A segunda edição da campanha trouxe um componente inédito: após receberem as bolsas, as participantes participaram de uma aula do curso Protagonista da Casa, da Sejus-DF, dedicada à educação financeira. O encontro apresentou orientações práticas sobre orçamento doméstico funcional, economia no dia a dia, planejamento financeiro e gestão responsável dos recursos. [LEIA_TAMBEM]A consultora de finanças pessoais Andressa de Paula conduziu a atividade, reforçando o objetivo da formação. “Queremos que essas mulheres desenvolvam uma nova relação com o dinheiro. A proposta é mostrar que, mesmo com pouco, é possível se organizar, poupar e transformar a realidade. Essa mudança começa pela consciência”, afirmou. Desde dezembro do ano passado, quando iniciou a campanha Fazer o Bem Tá na Moda, 250 mulheres em situação de vulnerabilidade foram contempladas. Nessa segunda edição, outras 150 bolsas ainda serão entregues a beneficiadas indicadas por instituições parceiras. A terceira edição já tem data marcada: será em 19 de agosto, quando mais 200 mulheres serão convidadas a montar novas bolsas que serão destinadas a outras participantes. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Campeonato de Futebol para Jovens do Sistema Socioeducativo chega à reta final e mostra que esporte e ressocialização andam juntos
A terceira edição do Campeonato de Futebol para Jovens do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal chegou à última semana. A competição é realizada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) em parceria com o programa Jovem de Expressão. A iniciativa contou com recursos provenientes de emenda parlamentar da senadora Leila Barros. O torneio é dividido em duas chaves, com três times em cada uma. Na primeira fase, todos os times jogam entre si. Os vencedores de cada grupo avançam à final. O projeto também conta com a parte cultural e social. Em todos os jogos há apresentações de MCs e DJs, promovidas pelo Jovem de Expressão. Para a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, os jogos representam mais do que meras partidas de futebol. “São momentos de inclusão, de resgate da autoestima e de construção de novos propósitos. É quando o jovem percebe que é capaz de cooperar, respeitar regras, vencer limites e sonhar com um futuro diferente”, afirma. O projeto também conta com a parte cultural e social. Em todos os jogos há apresentações de MCs e DJs, promovidas pelo Jovem de Expressão | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A chefe da Unidade de Gestão de Políticas e Atenção à Saúde de Jovens e Adolescentes da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo, Roberta Albuquerque Ferreira, comenta que os maiores desafios são a organização e a logística para promover as partidas entre as unidades. Participam da competição times formados por adolescentes de seis unidades de internação masculinas do DF. “Isso envolve todo um planejamento, uma logística que é feita em parceria com as unidades para que a gente pense as melhores datas, horários, formas de deslocamento dos adolescentes entre uma unidade e outra, além de todo o material necessário para organizar uma partida como essa”, enumera. Segundo Roberta, a integração entre os adolescentes é um dos principais objetivos. “Dentro das unidades são promovidas as seletivas, às vezes torneios internos, e aqui nós colocamos as unidades para participar. Uma das coisas que a gente busca é essa integração, a boa convivência, que é, sem dúvida, um dos objetivos do nosso trabalho”, explica. “O Jovem de Expressão também promoveu rodas de conversa nas unidades com os adolescentes que compõem as equipes, então foi possível abordar outras questões relacionadas ao jogo de futsal em si”, acrescenta. “Conseguir promover esses jogos entre as unidades para a gente é uma grande vitória. É a concretização do trabalho”. De acordo com Allyson Nunes, diretor da Unidade de Internação de Santa Maria, o torneio é bastante aguardado pelos jovens. “Existe toda uma preparação em que eles treinam. É uma rotina diferente, em que se consegue extrapolar os muros da unidade de internação. Com isso, acontece uma integração entre os jovens que aqui estão e os jovens de outras unidades”, afirma. “O grande objetivo do sistema socioeducativo é ressocializar. E o esporte é um direito fundamental, além de ser um instrumento para promover a ressocialização”. A psicóloga Yasmin Moreira, que atua no projeto, percorreu todas as unidades do sistema para conversar com os jovens que participam do torneio: “Eles gostaram muito da atividade, foi um momento de interação entre eles” Tathyana de Souza Lopes, diretora social e pedagógica da Unidade de Internação de Santa Maria, afirma que o futsal é o esporte mais praticado pelos adolescentes. “O futebol é o que eles mais acompanham, essa paixão nacional. Eles geralmente gostam, querem participar do time, e treinam o ano inteiro”, afirma. “O campeonato trabalha o espírito de equipe dos adolescentes”. [LEIA_TAMBEM]Desenvolvimento pessoal e cultural Uma semana antes do início das partidas, foi realizado o projeto Fala Jovem, com conversas conduzidas por uma psicóloga da equipe, baseadas em práticas terapêuticas. Esses encontros possibilitaram aos adolescentes refletir sobre a importância do esporte, aprender a lidar com vitórias e derrotas e fortalecer o sentimento de pertencimento aos times, inclusive com a escolha dos nomes das equipes. A psicóloga Yasmin Moreira, que atua no projeto, percorreu todas as unidades do sistema para conversar com os jovens que participam do torneio. “Eles gostaram muito da atividade, foi um momento de interação entre eles, já se preparando para esse momento do time, porque, querendo ou não, um time entrosado é importante também para o jogo”, afirma. Yasmin destaca a importância da parceria entre o poder público e a sociedade civil organizada: “Acho isso importante para a gente perceber que ajudar um ao outro é essencial para essa troca, para a gente conseguir viver e criar uma a sociedade que a gente quer”. Além disso, durante os jogos, também ocorre um momento cultural, com discotecagem da DJ Ketlen. A DJ, que é formada pelas oficinas do Jovem de Expressão, montou um set especialmente para essas atividades. Os rappers Nenzin MC e Biro Ribeiro, já atuantes no Sistema Socioeducativo, comandam o momento da poesia com uma apresentação musical e uma batalha de rimas de demonstração com temas sugeridos pelos jovens participantes do campeonato.
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Reeducandos utilizam a arte como instrumento de ressocialização
Um quadro produzido por reeducandos do Sistema Penitenciário do DF foi doado, na terça-feira (22), ao Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do Conselho Nacional de Justiça. A confecção do quadro foi realizada pelos reeducandos Jackson e Fabiano em uma das oficinas de trabalho que são oferecidas pela Penitenciária II do Distrito Federal (PDF II). Atualmente, nesta unidade penal existem cinco oficinas que auxiliam os reeducandos a desenvolverem habilidades em arte, marcenaria, mecânica, serralheria, entre outros. A confecção do quadro foi realizada pelos reeducandos Jackson e Fabiano em uma das oficinas de trabalho que são oferecidas pela Penitenciária II do Distrito Federal (PDF II) | Foto: Divulgação/Seape-DF “As oficinas de capacitação proporcionam aprendizado técnico e são essenciais para promover a ressocialização. Iniciativas como essa criam perspectivas mais positivas para que ao fim da pena os reeducandos tenham mais oportunidades e alcancem a efetiva reintegração social”, destaca Alex Fernandes Rocha, chefe de gabinete da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF). O material utilizado foi doado pela juíza da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal (VEP/DF), Leila Cury. “Eu comprei o material do meu próprio bolso e doei para eles confeccionarem os quadros. Quando ficaram prontos, o diretor da PDF II juntamente com o diretor adjunto foram me entregar. E eu achei bonito, simbólico e significativo”, afirma a juíza. O quadro teve como inspiração o Pena Justa e, como o DMF tem papel fundamental na implementação do plano, a pintura foi entregue ao juiz Coordenador Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, do DMF. “O Pena Justa é fazer a Constituição Federal, que é um documento da nossa cidadania e de importância para todo brasileiro, válido e eficaz. Tem muitas disposições ali que estão diretamente relacionadas com o cumprimento de uma pena. A exemplo: tem que ser uma pena que preserve a dignidade das pessoas, que crie oportunidades, que se faça com respeito à integridade de todos que estão ali”, afirma o juiz do DMF. “A melhoria não é só para a gente que participa do projeto, mas também para todos do presídio. Além de melhoria das instalações físicas, ele ajuda na ressocialização mental. Faz com que o preso pense em um futuro muito além do que ele viveu no passado. Sei que posso transformar minha mente e minha vida através da arte”, conta o reeducando Fabiano. Jackson já trabalhava com arte antes de ser preso e sonha em ter o próprio ateliê. “Esse projeto me deu uma mudança de perspectiva, ele veio pra dar uma nova visão pro preso e para a sociedade de um modo geral. Para que o preso possa ter uma oportunidade de se regenerar, possa trabalhar, fazer cursos e sair daqui uma pessoa transformada”, afirma o reeducando. *Com informações da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF)
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