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simulação de acidente

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Simulado de desastre testa preparação do Hospital de Base do DF para atendimento

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) realizou um exercício simulado de desastre no pronto-socorro, encerrando as ações do Maio Amarelo, mês dedicado à prevenção e redução de mortes por acidentes de trânsito. “O simulado é fundamental para garantir que todos os profissionais estejam preparados para atuar de forma rápida e eficiente em situações reais de emergência. Isso não só salva vidas, mas também, otimiza a gestão de recursos do hospital,” afirmou o superintendente do HBDF, Guilherme Porfírio. Profissionais do Hospital de Base participaram de exercício, nesta terça (28), que simulou o atendimento a vítimas de acidente de trânsito | Fotos: Alessandro Praciano/IgesDF A ação foi realizada nesta terça (28), das 9h às 11h, a partir de iniciativa da Gerência de Emergência e o Serviço de Cirurgia do Trauma. O cenário escolhido para a simulação foi uma colisão entre um ônibus e um carro no final do Eixão, envolvendo 20 vítimas: 10 com ferimentos leves (classificação verde), sete com ferimentos moderados (classificação amarela) e três em estado grave (classificação vermelha). O simulado contou com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e vários alunos e voluntários de cursos de medicina e enfermagem da capital. Para trazer mais realismo à simulação, as “vítimas” foram maquiadas pela enfermeira e maquiadora realística Fabiana Sena. Os preparativos incluíram reuniões, notificações aos participantes, preparação do ambiente com materiais de simulação, definição de sistemas de comunicação e áreas de comando, alinhamento com serviços pré-hospitalares e identificação dos participantes e viaturas. Tudo foi pensado para garantir a máxima eficácia e realismo do exercício, sem prejuízos aos atendimentos ordinários do hospital. A avaliação pós-exercício ajudará na revisão das ações e atualização contínua do Plano de Atendimento a Desastres O coordenador do Centro de Trauma recebeu informações sobre o incidente e ativou o Alerta Amarelo, convocando residentes e equipes de cirurgia do Trauma e outras especialidades clínicas e cirúrgicas. Equipes de enfermagem foram remanejadas para o Centro de Trauma e a montagem do Sistema de Comando de Incidentes Hospitalar (SCIH) foi iniciada, com a designação de funções específicas. As áreas de trabalho foram preparadas para receber as vítimas, com leitos e espaços de atendimento distribuídos entre a Área Vermelha, Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e o Posto 03. Setores do hospital, como centro cirúrgico, banco de sangue, hotelaria, farmácia, segurança e comunicação, foram notificados e preparados para a mobilização. “Esses exercícios são essenciais para avaliar e aprimorar os planos de resposta a situações de múltiplas vítimas e desastres, a fim de reduzir os danos e as perdas de vidas em situações reais”, afirmou o cirurgião de trauma Rodrigo Caselli. Ele acrescentou: “A superlotação em serviços de emergência é praticamente uma realidade mundial e nesses cenários, qualquer aumento súbito da demanda, como um acidente de ônibus, pode se tornar uma situação de desastre. A realização periódica de exercícios simulados como este deve fazer parte da rotina dos serviços de emergência, pois nos permite avaliar a resposta coordenada de nossas equipes e melhorar continuamente a nossa preparação para eventos dessa natureza.” A avaliação pós-exercício, que inclui a compilação e análise dos feedbacks coletados, ajudará na revisão das ações e atualização contínua do Plano de Atendimento a Desastres. Este exercício reforça o compromisso do HBDF com a excelência no atendimento e a segurança da população, em sintonia com os objetivos do Maio Amarelo. *Com informações do IgesDF  

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Simulado faz treinamento para atuação em acidentes com produtos perigosos

Simulando um acidente com o vazamento de gás cloro, a Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (CD-P2R2) realizou, na manhã desta quarta-feira (24), exercícios com o objetivo de aprimorar a preparação e resposta a eventos com produtos perigosos. O treinamento foi organizado pelo Instituto Brasília Ambiental e desenvolvido pelo Grupamento de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar (Gpram/CBMDF) em conjunto com a empresa Ambipar, especializada nesse tipo de situação. “Trata-se de um evento muito importante, pois as instituições envolvidas tiveram a oportunidade de colocar em prática seus conhecimentos, avaliar e aprimorar suas rotinas no enfrentamento de incidentes dessa natureza” Ana Carolina Almeida Oliveira, secretária executiva do CD-P2R2 Na ocasião, equipe com 50 pessoas desenvolveu, na sede do Gpram, um acidente fictício com vazamento de gás cloro com oito vítimas. O treinamento proporcionou a verificação e prevenção das ações necessárias no caso de uma ocorrência como essa, como a realização do socorro a possíveis vítimas, a logística da operação e o pós-vazamento. Durante o evento, o capitão do Gpram, Túlio Colombaroli, explicou que, em eventos como esse, o grupamento inicia a ação de socorro e controle do local e, quando a ocorrência dura mais tempo que o esperado e percebe-se a necessidade de recursos adicionais, o P2R2 é acionado. “Cada órgão tem uma competência que pode nos ajudar em casos de acidentes com produtos perigosos, como o órgão ambiental, verificando a poluição no local, se há necessidade de intervenção e se o meio ambiente foi afetado”, contou o capitão. Equipe com 50 pessoas desenvolveu, na sede do Gpram, um acidente fictício com vazamento de gás cloro | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo a representante do Brasília Ambiental e secretária executiva do CD-P2R2, Ana Carolina Almeida Oliveira, o simulado serve para o aprimoramento das estratégias e procedimentos utilizados, com o intuito de testar a eficácia dos planos de contingência, a interoperabilidade das equipes e a efetividade das medidas adotadas em casos de acidentes envolvendo produtos perigosos. “Trata-se de um evento muito importante, pois as instituições envolvidas tiveram a oportunidade de colocar em prática seus conhecimentos, avaliar e aprimorar suas rotinas no enfrentamento de incidentes dessa natureza”, destacou Carolina Oliveira. A representante da Secretaria de Saúde na CD-P2R2, Analda Lima, explica que “a Vigilância Sanitária verifica se todas as instituições que trabalham com materiais perigosos seguem precisamente todos os normativos para a área”. O CD-P2R2 é integrado por vários órgãos do poder público e tem como finalidade tornar mais eficaz e efetivo o breve retorno às ocorrências com produtos químicos no Distrito Federal. Participaram ainda do treinamento as polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob/SSP), Defesa Civil, secretarias de Saúde (SES) e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri), Ministério Público, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental, Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). *Com informações do Brasília Ambiental

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GDF realiza simulação de acidente com material inflamável

As forças de segurança do Distrito Federal e as empresas integrantes do Plano de Auxílio Mútuo (PAM) participaram, nesta quarta-feira (20), de uma simulação de acidente automobilístico envolvendo material inflamável. A ação ocorreu na Rota de Segurança, no Setor de Inflamáveis (SIN), e contou com a atuação de cerca de 150 funcionários das empresas privadas e dos órgãos do GDF. O objetivo da ação é preparar os funcionários da iniciativa privada e das forças de segurança do DF para lidarem com situações emergenciais de risco envolvendo produtos perigosos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Na ocasião, houve a simulação de uma colisão entre um caminhão-tanque, abastecido a diesel, com um ônibus de transporte coletivo com passageiros fictícios. Durante a simulação, os envolvidos precisaram atuar no socorro às vítimas e no combate ao princípio de incêndio e ao vazamento do combustível. O objetivo da ação é preparar os funcionários da iniciativa privada e das forças de segurança do DF para lidarem com situações emergenciais de risco envolvendo produtos perigosos. “Essa simulação é fundamental porque as grandes empresas têm seus planos de combate à emergência e é importante que a gente saiba como é a atuação deles para que possamos dar o apoio necessário”, afirmou o coordenador de Operações da Defesa Civil do DF, tenente-coronel Gabriel Mota de Carvalho. Na ocasião, houve a simulação de uma colisão entre um caminhão-tanque, abastecido a diesel, com um ônibus de transporte coletivo com passageiros fictícios De acordo com ele, a simulação também aperfeiçoa a atuação dos órgãos do GDF em casos de emergências de risco com produtos perigosos. “O mais importante para o governo é entender as competências de cada órgão e saber qual é a sua a atuação. Essa atividade treina a equipe para atuar em caso de um acidente como esse realmente acontecer no DF, sabendo da competência dos órgãos e cada um atuando de forma integrada no socorro”, defendeu. A simulação contou com a atuação de diversos órgãos do governo, como o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), Defesa Civil, Departamento de Trânsito (Detran-DF), Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF (Seagri-DF), Instituto Brasília Ambiental, Exército Brasileiro, Companhia de Saneamento Ambiental e Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). PAM O Plano de Auxílio Mútuo (PAM) é uma colaboração entre órgãos e forças de segurança do Governo do Distrito Federal (GDF) com empresas voluntárias do ramo de combustíveis e inflamáveis com o objetivo de preparar e capacitar profissionais para traçar protocolos de atuação em situações emergenciais. Durante a simulação, os envolvidos precisaram atuar no socorro às vítimas e no combate ao princípio de incêndio e ao vazamento do combustível Atualmente, 15 empresas do ramo de manejo de produtos perigosos integram o PAM, cuja subcoordenação compete à Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil do DF. “O PAM é a união das empresas que atuam em casos de emergências. O simulado vem justamente para agregar a atuação dos órgãos do governo junto à iniciativa privada no socorro a uma eventual emergência, que pode acontecer em qualquer local, em qualquer ambiente”, defendeu o coordenador do PAM, Dilson Oliveira de Souza. Além do PAM, o DF conta com a Comissão Distrital do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (CD-P2R2), que tem o objetivo de trazer estratégias para garantir a segurança dos funcionários de manejo de produtos perigosos.

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