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Startup residente do Biotic é finalista brasileira em premiação internacional da KPMG

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Peptidus Biotech, startup residente do Biotic Parque Tecnológico de Brasília, está entre as oito empresas brasileiras selecionadas para disputar a etapa nacional do Global Tech Innovator 2026, competição promovida pela KPMG, que reconhece startups com potencial de inovação e crescimento. A vencedora da etapa brasileira representará o país na final global da premiação, realizada durante o Web Summit Lisboa. As empresas finalistas atuam em segmentos como saúde, agronegócio, biotecnologia, inteligência artificial e ciência de dados. A Peptidus foi selecionada por sua plataforma de descoberta de medicamentos para a saúde animal, baseada em peptídeos e no uso de inteligência artificial. Na etapa nacional, as startups apresentarão seus modelos de negócio a uma banca formada por sócios da KPMG e representantes do ecossistema de inovação. Os projetos serão avaliados com base em critérios como inovação, escalabilidade, potencial de mercado, adoção pelos clientes, tração e perspectivas de crescimento. A presença entre as finalistas do Global Tech Innovator 2026 se soma à projeção internacional alcançada pela Peptidus neste ano. Durante a conferência Animal Health, Nutrition & Technology Innovation Europe 2026, realizada em Londres, os cofundadores da startup, Bernardo Petriz, CEO, e Rodrigo Ferreira, CTO, concederam entrevista à S&P Global Animal Health, veículo internacional especializado em informações, análises e tendências do setor de saúde animal. "Mais do que um reconhecimento, essa visibilidade confirma que a biotecnologia brasileira e de Brasília têm potencial para liderar a próxima geração de soluções globais em saúde animal", afirmou Bernardo Petriz, CEO da Peptidus Biotech. Na etapa nacional, as startups apresentarão seus modelos de negócio a uma banca formada por sócios da KPMG e representantes do ecossistema de inovação | Foto: Divulgação/Biotic Na ocasião, eles apresentaram a tecnologia desenvolvida pela empresa, que utiliza inteligência artificial e bancos de dados próprios para acelerar a descoberta de medicamentos, além dos planos de expansão da Peptidus para o mercado internacional. Fundada em 2023, a startup desenvolve uma plataforma capaz de acelerar a identificação e a validação de peptídeos com potencial terapêutico. Entre os projetos mais avançados da empresa estão um antimicrobiano para o tratamento da mastite bovina e um produto anti-infeccioso voltado ao tratamento de feridas em animais de companhia. A Peptidus também desenvolve pesquisas em áreas como dermatologia e controle de peso animal. A empresa mantém parcerias com instituições de ensino e pesquisa, como a Universidade Católica de Brasília (UCB) e a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), além de participar de programas de incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. A seleção para a etapa nacional do Global Tech Innovator 2026 amplia a visibilidade da Peptidus e reforça o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela startup no setor de saúde animal e biotecnologia. *Com informações do Biotic Parque Tecnológico de Brasília

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Inscrições para programa de startups seguem abertas até 3 de setembro

As inscrições para programa de startups estão abertas até 3 de setembro deste ano. A chamada pública prevê apoio até 100 projetos inovadores desenvolvidos por startups do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride). O programa tem como objetivo impulsionar soluções, produtos, serviços e processos com potencial de impacto econômico, social e tecnológico. Podem participar pessoas físicas ou empresas com projetos e vínculo com o DF ou com a Ride. No caso de pessoa física, se a proposta for aprovada, será necessário constituir empresa com sede no DF ou na Ride para a contratação e o recebimento dos recursos. As startups selecionadas também contarão com capacitações, mentorias, acompanhamento técnico e ações de conexão com instituições, empresas e investidores. O edital contempla projetos em áreas como agronegócio, cidades inteligentes e sustentáveis, economia criativa, educação, energia, saúde, biotecnologia, inteligência artificial, internet das coisas, governo digital, logística e demais tecnologias emergentes. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do programa. Clique aqui e acesse o edital completo.

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Meet Up MultipliCidades reúne empreendedores e fortalece conexões para novos negócios 

Com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o Instituto MultipliCidades promoveu, no sábado (20), mais uma edição do Meet Up MultipliCidades, encontro voltado para integração de empreendedores, parceiros e atores do ecossistema de inovação do Distrito Federal. O evento reuniu participantes dos programas StartBSB, Hackacity Guará e Impulsiona Saúde. Encontro reuniu parceiros estratégicos do Instituto MultipliCidades, que atua em iniciativas voltadas para inovação e empreendedorismo | Foto: Divulgação/FAPDF Além dos representantes das startups incubadas no StartBSB e das equipes pré-incubadas nos demais programas, o encontro contou com a presença de parceiros estratégicos do Instituto MultipliCidades, como a Coopersystem, reconhecida como uma das maiores cooperativas de profissionais de tecnologia do Brasil. A participação da cooperativa contribuiu de forma decisiva para ampliar a visão dos empreendedores sobre estruturação de negócios, desenvolvimento tecnológico e posicionamento estratégico. Um dos resultados percebidos já no evento foi percepção, por parte de diversos fundadores, de que o desenvolvimento de software não necessariamente precisa ser tratado como atividade-fim de suas startups, mas como atividade-meio, subordinada a uma lógica mais ampla de geração de valor. Esse entendimento foi amadurecido a partir dos esclarecimentos oferecidos pelos representantes da Coopersystem, que ajudaram os participantes a enxergar com mais nitidez o papel da tecnologia dentro de seus modelos de negócio. [LEIA_TAMBEM]Ao todo, mais de 40 pessoas participaram do Meet Up. Durante o encontro, diferentes debates e networking se formaram espontaneamente, favorecendo conexões entre empreendedores de áreas distintas, parceiros institucionais e profissionais com experiência em inovação e negócios. Também foi registrado um volume expressivo de feedbacks positivos imediatos, sinalizando a relevância do evento para a trajetória dos participantes. O Instituto MultipliCidades A expectativa do Instituto MultipliCidades é que os desdobramentos do encontro contribuam para tornar os próximos passos das startups e projetos participantes dos programas de incubação do Instituto mais sólidos, organizados e audaciosos, ampliando sua capacidade de articulação, aprendizado e execução. O Meet Up MultipliCidades reforça a importância de criar espaços em que empreendedores possam apresentar ideias e submetê-las ao diálogo com o mercado, com parceiros e com outros agentes do ecossistema. Em ambientes assim, a inovação deixa de ser apenas intenção e passa a se transformar em estratégia, conexão e possibilidade real de crescimento. O Instituto MultipliCidades atua no desenvolvimento de iniciativas voltadas para inovação, empreendedorismo e transformação de conhecimento em soluções de valor para a sociedade. Por meio de programas de formação, pré-incubação, incubação e articulação com parceiros estratégicos, o instituto contribui para o fortalecimento do ecossistema de startups no Distrito Federal e no Brasil.   *Com informações da FAPDF

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Startup desenvolve ativos para cosméticos a partir do veneno de vespas do Cerrado

O que o veneno de uma vespa do Cerrado pode ter a ver com cuidados com a pele? Para pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), a resposta está na biotecnologia.  A partir de estudos sobre moléculas presentes nesses insetos, nasceu a Biointech, uma startup que transforma descobertas científicas em ativos para cosméticos. Criada a partir de pesquisas realizadas na Universidade de Brasília e fomentada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) por meio do programa Start BSB, a empresa desenvolve peptídeos bioinspirados capazes de dar origem a novos ingredientes para a indústria de cosméticos. Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, iniciativas como a Biointech demonstram o potencial da ciência para gerar inovação e desenvolvimento econômico. “Quando apoiamos a pesquisa científica, também abrimos caminho para o surgimento de novas tecnologias e empresas capazes de transformar conhecimento em soluções para a sociedade”, destaca. Da pesquisa científica ao nascimento da startup A história da Biointech começa no laboratório de neurofarmacologia da UnB, onde a professora Márcia Mortari pesquisava venenos de marimbondos em busca de novas moléculas capazes de tratar epilepsia refratária, um tipo da doença que não responde aos medicamentos disponíveis. Durante essas pesquisas surgiu uma molécula promissora chamada Neurovespina, que despertou o interesse em levar aquela descoberta científica para além do ambiente acadêmico. Foi nesse momento que surgiu a parceria que daria origem à Biointech. Pesquisas conduzidas no laboratório da Universidade de Brasília deram origem à Biointech | Foto: Divulgação/Biointech “Um dia, o João entrou na minha sala e perguntou se eu precisava de alguma coisa. Eu respondi que precisava de um sócio”, lembra Márcia Mortari, pesquisadora da UnB e cofundadora da startup. A partir desse encontro, Márcia uniu-se ao empreendedor João Davison Silva Ramalho, com quem fundou a Biointech em 2016, empresa criada para transformar descobertas científicas em soluções tecnológicas com potencial de aplicação no mercado. “A Biointech nasceu com o propósito de transformar ciência de laboratório em soluções reais para pacientes e para a sociedade”, afirma João Davison Silva Ramalho, cofundador da empresa. O início dessa trajetória contou com o suporte financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital de Seleção Pública de Propostas para Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico ou de Inovação em Empresas Emergentes de Base Tecnológica — Startups Brasília, que contribuiu para impulsionar o desenvolvimento da empresa e a transformação da pesquisa acadêmica em soluções tecnológicas com potencial de aplicação no mercado. Hoje, a Neurovespina já apresenta resultados promissores. Em parceria com o Hospital Veterinário da UnB, seis cães com epilepsia refratária estão sendo tratados com a molécula e apresentam controle total das crises. Biotecnologia inspirada na biodiversidade Com o avanço das pesquisas, a Biointech ampliou sua atuação e passou a explorar também aplicações na área cosmética. A empresa desenvolve peptídeos bioinspirados no veneno de vespas do Cerrado, capazes de atuar como ingredientes ativos em formulações para cuidados com a pele. Essas moléculas não são extraídas diretamente dos animais. A partir do estudo das substâncias presentes na natureza, os pesquisadores desenham versões seguras e eficientes em laboratório, produzidas por síntese química a partir de aminoácidos de origem vegetal. O processo garante maior controle, segurança e escalabilidade na produção. Dessa pesquisa, surgiu a Linha Tekohá, composta por cinco ativos biotecnológicos voltados para aplicações como tratamento de acne, redução de linhas de expressão, melasma, olheiras e inchaço na região dos olhos. Para João Davison Silva Ramalho, o diferencial da empresa está justamente na conexão entre ciência e inovação. “Nosso trabalho é pegar uma descoberta científica e transformá-la em tecnologia aplicada, criando ingredientes inovadores a partir de moléculas inspiradas na biodiversidade brasileira”, explica. Pesquisas da Biointech também resultam em soluções voltadas à saúde, com aplicações em estudos sobre epilepsia | Foto: Divulgação/Biointech O desenvolvimento dessas soluções também é impulsionado pela participação da Biointech no programa Start BSB, iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal voltada ao fortalecimento de startups inovadoras. No programa, a empresa é acelerada pela Cotidiano Aceleradora (Cooti), o que contribui para o amadurecimento do modelo de negócio e para a aproximação da startup com o mercado. Ciência, inovação e mercado Atualmente, o modelo de negócio da Biointech é predominantemente B2B (empresa para empresa), com foco no desenvolvimento e fornecimento de soluções biotecnológicas para empresas do setor cosmético, farmácias de manipulação e laboratórios de pesquisa. Além de comercializar seus próprios ativos, a startup também desenvolve peptídeos personalizados sob demanda, permitindo que empresas criem ingredientes exclusivos para novos produtos. A empresa também atua no desenvolvimento de soluções biotecnológicas e na distribuição de insumos utilizados por centros de pesquisa e laboratórios. Nos últimos anos, a Biointech tem ampliado sua presença no ecossistema de inovação, participando de eventos e feiras nacionais e internacionais do setor, como In-Cosmetics, In Beauty Portugal, Inova Sebrae e Campus Party, espaços voltados à conexão com parceiros, empresas e investidores. A empresa também vem expandindo suas frentes de pesquisa. Um dos projetos mais recentes envolve o desenvolvimento de um peptídeo com aplicação no setor agro, financiado pela Finep em parceria com o Ideelab. Para os próximos anos, a Biointech pretende ampliar sua capacidade de síntese de peptídeos em escala industrial e fortalecer seu papel como ponte entre universidade e indústria, contribuindo para transformar conhecimento científico em inovação tecnológica e novos produtos para o mercado. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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EnergyC impulsiona novas lideranças no setor de energia no Brasil 

Quem está sendo preparado para liderar a transição energética brasileira? Foi dessa inquietação que nasceu, em 2020, a EnergyC. Fundada por Alesson Tadeu e Luiz Miranda, a iniciativa ganhou força e estrutura com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do programa StartBSB, que impulsionou sua consolidação como startup de impacto no setor energético. “A gente percebeu que o setor de energia é estratégico para o Brasil, mas muitos jovens ainda não se enxergavam como parte desse futuro”, afirma Miranda, CEO da startup. “A EnergyC nasce para ampliar esse acesso e preparar lideranças capazes de atuar com visão técnica e estratégica.” Iniciativa apoiada pela FAPDF tem como foco o cesso de jovens ao mercado de energia e a formação de profissionais preparados para ambientes em constante transformação | Foto: Divulgação/EnergyC Desde então, a EnergyC vem ampliando o acesso de jovens ao mercado de energia e formando profissionais preparados para atuar em um ambiente técnico, regulado e em constante transformação. A startup se posiciona como uma ponte, conectando talentos, empresas, especialistas e instituições estratégicas para fortalecer o capital humano de um dos setores mais relevantes para o desenvolvimento do país. “O StartBSB foi concebido para transformar projetos inovadores em negócios estruturados, com capacidade de escala. Ver a EnergyC ampliar sua atuação nacional demonstra como o fomento à inovação gera impacto concreto e fortalece setores estratégicos para o país” Leonardo Reisman, presidente da FAPDF Da ideia ao negócio estruturado Nos primeiros anos, a EnergyC consolidou programas voltados à formação de jovens lideranças, como o Jovens de Energia, o EmpodereC e o Conversas Energéticas. A iniciativa passou a reunir participantes de todas as regiões do Brasil e demonstrou a relevância de sua proposta. Com o aumento da demanda e o amadurecimento do projeto, surgiu um novo passo: estruturar a iniciativa como negócio escalável, com tecnologia própria e modelo sustentável. A participação na fase II do StartBSB, com o Instituto Multiplicidades, foi decisiva nesse processo. Com acesso a recursos de fomento, mentorias estratégicas e ao ambiente de incubação, a startup desenvolveu sua plataforma digital própria, formalizou a metodologia das EnergySkills e consolidou um modelo híbrido de atuação (B2C, B2B e B2G). O presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, enfatiza: “O StartBSB foi concebido para transformar projetos inovadores em negócios estruturados, com capacidade de escala. Ver a EnergyC ampliar sua atuação nacional demonstra como o fomento à inovação gera impacto concreto e fortalece setores estratégicos para o país”, afirma o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Metodologia voltada ao futuro Atualmente, a EnergyC opera por meio de uma plataforma digital que integra formação técnica, desafios práticos, masterclasses e iniciativas conectadas a situações reais do setor de energia. No centro da proposta estão as EnergySkills — metodologia própria que organiza a formação em pilares como dados e tecnologia, inovação e empreendedorismo, regulação e políticas públicas, liderança e sustentabilidade. [LEIA_TAMBEM]“A transição energética exige profissionais com visão sistêmica, capazes de entender tecnologia, mercado, regulação e impacto social ao mesmo tempo; é esse perfil que buscamos desenvolver”, explica Luiz Miranda. Impacto  Desde sua criação, a EnergyC já capacitou mais de 2 mil jovens, com atuação em todos os estados do Brasil. Apenas no último ano, mais de 500 participantes integraram seus programas. A startup também consolidou parcerias estratégicas com instituições públicas e privadas. Em colaboração com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), desenvolveu o Descarbonizathon, conectando jovens talentos a desafios de inovação e descarbonização. Com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), lançou o caderno O Futuro do Setor de Energia: Carreiras e Lideranças à Luz do PDE, contribuindo para o debate sobre competências estratégicas para o setor. “Quando formamos talentos, estamos fortalecendo a capacidade do Brasil de inovar, gerar oportunidades e liderar transformações estratégicas” Luiz Miranda, CEO da EnergyC Em 2025, a EnergyC foi selecionada para o Shell StartUp Engine Brasil, programa global voltado a iniciativas que contribuem para uma transição energética mais segura e eficiente. A seleção reforça o reconhecimento da trajetória construída e amplia as oportunidades de conexões estratégicas e expansão. Estratégia de desenvolvimento O setor de energia vive um momento de transformação acelerada. Novas tecnologias, inovação regulatória e expansão de mercados exigem profissionais cada vez mais qualificados. A trajetória da EnergyC demonstra como pesquisa, inovação e políticas públicas de fomento podem caminhar juntas, transformando propósito em impacto concreto. Para Luiz Miranda, investir na formação de jovens é também investir na competitividade do país: “Quando formamos talentos, estamos fortalecendo a capacidade do Brasil de inovar, gerar oportunidades e liderar transformações estratégicas”. Leonardo Reisman reforça: “A formação de talentos é um dos pilares para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Ao apoiar iniciativas como a EnergyC, a FAPDF investe não apenas em tecnologia, mas nas pessoas que vão conduzir a próxima geração de transformações no setor de energia”. *Com informações da FAPDF

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Startup do DF conquista espaço no Porto do Itaqui com solução sustentável para logística de fertilizantes

Criada no Distrito Federal, a startup Virdia acaba de conquistar espaço em um dos portos mais estratégicos do país, o Porto do Itaqui. A empresa integra a fase II do programa StartBSB, iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), que hoje oferece suporte técnico e metodológico ao desenvolvimento da tecnologia.  Virdia já está atuando no porto maranhense; empresa foi constituída a partir da FAPDF | Fotos: Divulgação/FAPDF   A trajetória da Virdia também foi construída em programas como HackaCity Guará, Inova Cerrado, AgroHack Ideias, InovAtiva Brasil e Capital Empreendedor. A validação será feita no Maranhão, por meio do Chamamento Público de Seleção e Contratação de Testes de Soluções Inovadoras (CPSI), mecanismo que permite a avaliação de tecnologias em ambiente real. Esse chamamento é da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que administra o Porto do Itaqui. Ecossistema de inovação do DF A história da Virdia começou no HackaCity Guará, quando o grupo ainda trabalhava com uma proposta voltada à compostagem inteligente. Em seguida, a empresa avançou no Inova Cerrado/Ideação e deu um salto no AgroHack Ideias, etapa que consolidou sua identidade e resultou na criação do AgroRadar, solução que será lançada no próximo ano para permitir o acompanhamento remoto de colheitas — tecnologia inspirada nos sistemas de monitoramento já utilizados por supermercados no controle de frutas, legumes e verduras. A partir dessas etapas, a Virdia ingressou no ciclo de Tração do Inova Cerrado, foi acelerada e graduada pelo InovAtiva Brasil e integrou o programa Capital Empreendedor, do Sebrae, fortalecendo estrutura e visão estratégica. Essa evolução foi impulsionada pelo apoio recebido em diferentes programas de fomento e aceleração. A startup está atualmente na fase II do StartBSB, programa da FAPDF, etapa que vem fortalecendo processos internos e contribuindo para o amadurecimento da tecnologia que será testada no Porto do Itaqui. Essa fase é conduzida pelo Instituto Multiplicidades. Segundo os membros da startup, esses programas foram essenciais para ampliar horizontes, validar tecnologias e fortalecer o modelo de negócio. Tecnologia sustentável  Problema recorrente em portos e pátios de carga, o derramamento durante operações logísticas é um dos que a tecnologia da startup Virdia busca prevenir | Foto: Freepik Imagens Nos portos, grande parte dos derramamentos ocorre durante a circulação dos caminhões nas vias internas — etapa anterior ao envio das cargas para os terminais e para os navios. Por isso, a tecnologia será aplicada diretamente nesse fluxo terrestre, monitorando a passagem dos veículos e identificando indícios de vazamento ainda nas fases iniciais da operação, o que permite prevenir perdas e reduzir impactos ambientais. A solução da Virdia utiliza dispositivos inteligentes capazes de identificar a passagem de caminhões e detectar, em tempo real, qualquer indício de derramamento de fertilizantes ou grãos, além de riscos associados à operação. Sempre que uma anormalidade é registrada, o sistema emite alertas imediatos, permitindo resposta rápida e reduzindo desperdícios, riscos ambientais, possibilidade de acidentes e custos logísticos. Além do projeto selecionado para o Porto do Itaqui, a Virdia apresenta um portfólio diversificado de tecnologias voltadas à sustentabilidade e ao monitoramento inteligente. A empresa atua em sistemas de compostagem automatizada, com sensores que controlam temperatura, umidade e tempo de processo, bem como em dispositivos capazes de acompanhar a maturação de frutas, legumes e verduras em tempo real, reduzindo perdas no varejo. Tecnologias [LEIA_TAMBEM]A empresa também criou lixeiras inteligentes com sensores que monitoram volume e odor, plataformas digitais de acompanhamento e tomada de decisão — como a Dashboard Virdia — e iniciativas educativas, incluindo livros personalizados que promovem consciência ambiental em escolas. Esse conjunto de soluções demonstra a maturidade tecnológica da empresa e sua capacidade de adaptar dispositivos sustentáveis para diferentes setores urbanos e rurais. Embora em frentes diferentes, todas as tecnologias da Virdia se baseiam no mesmo princípio: sensores conectados, automação e análise de dados em tempo real. Essa estrutura — originalmente aplicada ao varejo, ao campo e ao saneamento — foi adaptada ao ambiente portuário, permitindo detectar derramamentos, riscos operacionais e variações críticas no tráfego de caminhões. Essa capacidade de adaptar uma única tecnologia-base a diferentes setores é o que possibilitou a chegada da startup ao Porto do Itaqui. Integrar esse sistema à rotina do Porto do Itaqui será um dos principais desafios da fase de testes, já que o ambiente reúne grande circulação diária de cargas e exige eficiência energética, estabilidade e precisão contínua. Apoio público  Para os empreendedores, a trajetória da Virdia até aqui demonstra o impacto direto das políticas públicas de inovação do Distrito Federal. O StartBSB, da FAPDF, junto ao Instituto Multiplicidades na fase II, tem papel central no momento atual. O programa oferece suporte metodológico e técnico fundamental para organizar processos internos, validar produtos e ampliar o alcance da solução.  Durante a incubação, a Virdia trabalha no aprimoramento tecnológico, na ampliação de parcerias e na entrada em novos mercados. A equipe desenvolve, inclusive, soluções complementares voltadas à sustentabilidade, como dispositivos para reduzir o uso de papel no varejo. A empresa acredita que a solução pode ser replicada em outros portos e cadeias logísticas, ampliando o alcance de tecnologias sustentáveis produzidas no Distrito Federal e fortalecendo o papel da inovação local no cenário nacional. *Com informações da FAPDF

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Residente do Biotic, Peptidus Biotech está entre as dez startups mais inovadoras do Brasil

A Peptidus Biotech, startup brasiliense residente do Biotic – Parque Tecnológico de Brasília, foi reconhecida pela revista Exame como uma das dez startups mais inovadoras do Brasil em 2025, na seleção nacional do prêmio Global Tech Innovator, promovido pela KPMG. Octávio Franco, Bernardo Petriz e Rodrigo Ferrwolira, da Peptidus Biotech: soluções criadas pela startup ganham destaque | Foto: Divulgação/Biotic  A iniciativa avaliou empresas de base tecnológica em todo o país, e a Peptidus ganhou destaque pela criação de uma plataforma de descoberta de fármacos à base de peptídeos voltados para a saúde animal, aliando inteligência artificial a bancos de dados próprios para desenvolver moléculas terapêuticas de alta precisão, baixo impacto ambiental e sem resíduos persistentes no organismo dos animais. A empresa já acumula um histórico de reconhecimento internacional. Em fevereiro deste ano, foi a única representante brasileira entre as 16 finalistas do Animal Health, Nutrition & Technology Innovation Europe, em Londres (Inglaterra), evento que reuniu mais de 800 especialistas e líderes globais do setor. Reconhecimento Em março, a Peptidus marcou presença no Hello Tomorrow Global Summit, em Paris, conferência que reuniu inovadores, investidores e especialistas em torno de temas como biotecnologia e inteligência artificial, transição energética e saúde animal. “É extremamente gratificante ver nosso trabalho sendo reconhecido nacional e internacionalmente", avalia Bernardo Petriz, CEO da Peptidus Biotech. [LEIA_TAMBEM]Em junho, a Peptidus integrou a delegação oficial brasileira na BIO International Convention 2025, em Boston (EUA), e apresentou três soluções próprias: o MastPep, um antimicrobiano de nova geração para tratamento de mastite bovina; o Derma Healing, um cicatrizante tópico para pets; e o SlimPep, um biopeptídeo em desenvolvimento para controle de obesidade em animais de companhia. Essas inovações chamaram a atenção de grandes empresas do setor veterinário, como Zoetis e Elanco, reforçando o potencial de parcerias estratégicas e de internacionalização. “O reconhecimento da Peptidus pela Exame reforça a vocação do Biotic para apoiar empresas com potencial de transformar mercados globais”, comemora o presidente do Biotic, Gustavo Dias. “É um orgulho ver uma residente do parque levar o nome de Brasília para o cenário internacional com tecnologia de ponta e impacto positivo para a sociedade.” O próximo passo será o Global Tech Innovator, que definirá qual das dez empresas selecionadas representará o Brasil na etapa global, a ser realizada durante o Web Summit, em Lisboa, entre 10 e 13 de novembro deste ano. A vencedora contará com custos de viagem e hospedagem pagos pela KPMG, além de acesso a mentoria e networking com investidores e líderes de todo o mundo. * Com informações do Biotic  

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Startup do DF é a única brasileira finalista em evento europeu

A Peptidus Biotech, startup residente do Biotic, foi selecionada como uma das 16 finalistas do Animal Health, Nutrition & Technology Innovation Europe 2025, um dos mais prestigiados encontros globais de inovação em saúde e nutrição animal. Realizado entre os dias 10 e 12 deste mês, em Londres (Inglaterra), o evento registrou um número recorde de cem inscrições, e a Peptidus se destacou como a única representante do Brasil entre os finalistas. Durante a apresentação no evento, executivos da empresa apresentaram soluções tecnológicas em um espaço dedicado a startups disruptivas | Foto: Divulgação/Peptidus Biotech Na quarta-feira (12), a startup apresentou sua tecnologia inovadora, que a consolida como referência em soluções biotecnológicas para o bem-estar animal. Representantes da empresa, o CEO Bernardo Petriz e o COO (responsável pela execução de negócios) Rodrigo Ferreira estiveram no Startup Tech Village, um espaço dedicado a startups disruptivas, onde tiveram a oportunidade de expor suas soluções para um público composto por mais de 800 especialistas e líderes da indústria global. “O Biotic tem como missão apoiar e impulsionar startups que desenvolvem soluções inovadoras e de alto impacto, como a Peptidus” Gustavo Dias, presidente do Biotic A Peptidus Biotech tem um modelo de negócios baseado no licenciamento de tecnologia para empresas farmacêuticas de medicina veterinária, destacando-se pelo uso de inteligência artificial para o design de peptídeos bioinspirados – pequenas moléculas terapêuticas que garantem alta eficiência sem deixar resíduos no organismo animal ou no meio ambiente. Tecnologia de excelência “Participar do Animal Health, Nutrition & Technology Innovation em Londres foi uma oportunidade de mostrar ao mundo a excelência da biotecnologia brasileira aplicada à saúde e bem-estar animal”, resume Bernardo Petriz. “Isso nos proporcionou oportunidades estratégicas para captação de investimentos e negociações de nossos ativos voltados tanto para pets quanto para animais de produção.” A presença da Peptidus no evento reafirmou o potencial das startups brasileiras na biotecnologia global, impulsionando novas parcerias e investimentos para a inovação no setor. “O Biotic tem como missão apoiar e impulsionar startups que desenvolvem soluções inovadoras e de alto impacto, como a Peptidus”, ressaltou o presidente do Biotic, Gustavo Dias. “Ver uma de nossas residentes sendo reconhecida internacionalmente demonstrou a força do nosso ecossistema e reforçou o papel do parque como um hub de excelência em ciência e tecnologia. Torcemos muito pela Peptidus Biotech.” *Com informações do Biotic

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Empresa de tecnologia apoiada pelo Biotic busca instrutores de robótica em Brasília

A Br.ino, empresa residente do Biotic – Parque Tecnológico de Brasília, está com vagas abertas para instrutores de robótica educacional. A startup, referência em educação tecnológica e cultura maker, busca profissionais comprometidos em transformar o aprendizado de crianças e jovens por meio de práticas inovadoras que unem tecnologia, criatividade e ensino “mão na massa”. Gabriel Pacheco, sócio-fundador e CFO da Br.ino, ressalta: “Estamos buscando professores animados e comprometidos em melhorar a educação por meio de aulas de robótica e tecnologia.” A presença da Br.ino no Biotic reforça a preocupação do parque tecnológico em incentivar a transformação digital | Foto: Divulgação Localizado no coração da inovação no Distrito Federal, o Biotic é um ambiente dedicado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas e sustentáveis, abrigando empresas que impulsionam a transformação digital e educacional na região. A presença da Br.ino no parque tecnológico reforça o compromisso da empresa em promover o acesso à educação maker, preparando novas gerações para os desafios do futuro. Os profissionais selecionados terão a missão de ministrar aulas presenciais de robótica educacional, com foco em construção de robôs, desenvolvimento de algoritmos e prototipagem de soluções. As atividades são pautadas em metodologias Steam (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática), estimulando a criatividade, a lógica e o pensamento crítico dos alunos. Para se candidatar, é necessário ter experiência em aulas presenciais, habilidades em robótica educacional e domínio da plataforma Arduino. Além disso, é fundamental que o profissional tenha interesse pela cultura maker e pelo uso de metodologias ativas de ensino, que colocam os alunos no centro do processo de aprendizado. De acordo com a equipe da Br.ino, a robótica e a cultura maker são ferramentas poderosas para transformar a educação no Brasil, oferecendo experiências práticas e significativas. Os interessados podem acessar o site da startup para mais informações e para se candidatar às vagas. *Com informações do Biotic

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Startup residente do Biotic é destaque em prêmio de inovação

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) está em clima de comemoração. Na noite desta quarta-feira (13), a Peptidus Biotech, startup residente do Parque, conquistou o 1º lugar na categoria “Startup Inovadora Acelerada” no 3º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação. A vitória reforça o papel do Biotic como um terreno fértil para o desenvolvimento de inovações tecnológicas de ponta. A Peptidus Biotech, residente do Biotic, e o diretor científico da startup, Octávio Franco, foram vencedores no 3º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação | Fotos: Arquivo/Peptidus Biotech A premiação coroou o empenho da Peptidus em criar soluções bioinspiradas voltadas ao bem-estar animal. O reconhecimento foi entregue ao diretor científico da startup e pesquisador da Universidade Católica de Brasília, Octávio Franco, que recebeu o prêmio em nome da equipe. Em uma conquista dupla, Franco também arrematou o 1º lugar na categoria “Pesquisador Destaque,” ressaltando o impacto de seu trabalho no avanço de biotecnologias que beneficiam diretamente a saúde animal. “Este prêmio destaca a importância da pesquisa e da formação de talentos no Distrito Federal e nos coloca na disputa nacional pelo prêmio do Confap [Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa]”, declarou Franco. A Peptidus não se destaca apenas pela sua proposta inovadora, que une inteligência artificial e biotecnologia, mas também reflete a força crescente do Centro-Oeste na geração de tecnologias disruptivas. Em São Paulo, outra parte da equipe da Peptidus representou a empresa no Deep Tech Summit, na Universidade de São Paulo (USP), competindo por mais uma premiação relevante para deep techs. Presidente do Parque, Gustavo Dias destacou o impacto da vitória: “O Biotic trabalha para oferecer o suporte necessário às startups, criando um ambiente onde empresas promissoras possam se desenvolver. A premiação da Peptidus é um reflexo da qualidade de nosso ecossistema”. “Este prêmio destaca a importância da pesquisa e da formação de talentos no Distrito Federal e nos coloca na disputa nacional pelo prêmio do Confap”, destacou Octávio Franco A presença do Biotic no cenário nacional e internacional revela o comprometimento em consolidar o Distrito Federal como um centro de inovação tecnológica de relevância global. Cada conquista reforça o propósito do Parque de proporcionar às startups o suporte necessário para crescer e transformar a sociedade, integrando academia, setor produtivo e governo em um ecossistema inovador e colaborativo. *Com informações do Biotic

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