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GDF amplia transparência e facilita o acesso a informações sobre governança nos órgãos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Os órgãos e entidades do Governo do Distrito Federal terão diretrizes padronizadas para divulgar informações relacionadas à governança pública. A medida foi instituída pela Resolução nº 19, de 31 de agosto, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na terça-feira (8/9). A norma estabelece requisitos mínimos de transparência ativa para as informações de governança disponibilizadas nos sítios eletrônicos institucionais e intranets dos órgãos e entidades do Poder Executivo do DF. Segundo a resolução, os órgãos deverão manter uma seção específica dedicada à governança pública em seus portais institucionais. Essa área deverá reunir informações organizadas em temas como governança institucional, comitê interno de governança pública (CIG), gestão estratégica, integridade pública, gestão de riscos, governança digital, outras práticas de governança e os contatos da unidade responsável pela coordenação do tema. Fortalecimento da transparência A norma também define diretrizes para a divulgação das informações, incluindo linguagem simples e acessível, atualização periódica dos conteúdos, integridade dos dados divulgados e observância dos princípios de acessibilidade e usabilidade digital. O objetivo é facilitar a consulta e ampliar a compreensão das ações de governança desenvolvidas pela administração pública distrital. Entre os itens de divulgação obrigatória estão o ato que instituiu o CIG, a composição atualizada dos seus membros e o cronograma de reuniões. Também devem estar disponíveis, em formato digital, as atas, memórias de reunião e deliberações do colegiado. A resolução prevê que os órgãos publiquem informações sobre práticas complementares de governança A resolução prevê, ainda, que os órgãos publiquem informações sobre práticas complementares de governança, como gestão de processos organizacionais, governança de pessoas, correição, ouvidoria, transparência, governança das contratações, sustentabilidade e ações de capacitação. De acordo com a norma, os órgãos e entidades do Poder Executivo do Distrito Federal terão prazo de 180 dias, contados da publicação da resolução, para promover as adequações necessárias em seus sítios eletrônicos e intranets. Também deverão designar formalmente as unidades responsáveis pela atualização e manutenção contínua das informações publicadas. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal  

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Aberto workshop sobre gestão de parcerias e prestação de contas 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Teve início nesta terça-feira (4/8), na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o workshop “Gestão de parcerias com organizações da sociedade civil  da captação de recursos à prestação de contas”. A iniciativa reúne servidores e especialistas para discutir procedimentos, compartilhar boas práticas e fortalecer a atuação técnica na celebração, execução, fiscalização e prestação de contas de parcerias firmadas com organizações da sociedade civil. Capacitação aborda o passo a passo das etapas que compõem um ciclo de parcerias | Foto: Divulgação/Secti-DF Com programação distribuída em três dias, o workshop apresenta de forma integrada todas as etapas que compõem o ciclo das parcerias, promovendo maior alinhamento entre as áreas envolvidas e incentivando uma atuação cada vez mais eficiente, transparente e segura na administração pública. A abertura contou com palestras sobre captação de recursos, aspectos jurídicos e tramitação administrativa dos processos. Os participantes também tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas e conhecer experiências relacionadas à estruturação de parcerias, desde a fase de planejamento até a formalização dos instrumentos. Nesta quarta-feira (5/8), a programação é dedicada à elaboração do plano de trabalho, definição de metas, indicadores, orçamento e comunicação institucional. Na quinta-feira (6/8), último dia do evento, serão abordados temas como procedimentos administrativos, fiscalização, monitoramento, prestação de contas e uma mesa-redonda para integração entre as áreas técnicas. Além de contribuir para o aperfeiçoamento dos servidores, a iniciativa demonstra a importância da capacitação contínua como ferramenta para aprimorar a gestão pública e fortalecer a cultura de planejamento, transparência e cooperação institucional.    *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Alterações na Lei do Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural ampliam modalidades e atualizam regras de funcionamento 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Publicada nesta sexta-feira (17/7) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a alteração da Lei nº 6.606, de 28 de maio de 2020, cria o Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural (FDR). As mudanças reorganizam a estrutura do fundo, criam novas modalidades de financiamento, atualizam critérios operacionais e estabelecem mecanismos de transparência para a aplicação dos recursos. Fundo ganha agora novas modalidades, além de ter ampliadas as fontes de recursos | Foto: Divulgação Com a nova redação, o FDR passa a ser composto pelas modalidades FDR-Social, FDR-Crédito e FDR-Aval. Dentro do FDR-Crédito foram criadas quatro submodalidades: FDR-Mulher, para financiamento de projetos conduzidos por mulheres rurais; FDR-Associação/Cooperativa, destinada ao apoio a organizações da agricultura familiar; FDR-Estrutura Rural, para investimentos em infraestrutura rural; e FDR-Mudanças Climáticas, voltada para a adoção de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono. A legislação também amplia as fontes de recursos do fundo, incluindo dotações orçamentárias, doações de pessoas físicas e jurídicas e contribuições vinculadas à utilização de terras públicas rurais, conforme regulamentação específica. Projetos produtivos Outra alteração prevê a possibilidade de utilização de recursos para capital de giro vinculado à execução de projetos produtivos, desde que destinado exclusivamente às despesas operacionais da atividade financiada. A norma mantém restrições para o uso dos recursos em pagamento de dívidas preexistentes, despesas pessoais ou outras finalidades não relacionadas ao projeto aprovado. No âmbito da gestão, o conselho administrativo e gestor do FDR deverá definir, anualmente, as diretrizes das submodalidades de crédito e publicar relatório contendo informações sobre número de operações contratadas, volume de recursos aplicados, distribuição territorial dos financiamentos, indicadores de inadimplência e resultados econômicos, sociais e ambientais. Algumas linhas de financiamento terão permissão para operação com prazo de até 15 anos A nova lei também prevê medidas voltadas para a simplificação dos procedimentos administrativos, como a utilização de consultas a bases oficiais para obtenção de documentos já disponíveis na administração pública e a possibilidade de adoção de modelos padronizados para análise de projetos de menor complexidade. As medidas não dispensam a análise de crédito, a avaliação de risco nem o cumprimento das normas financeiras, ambientais e de proteção de dados. Entre as alterações operacionais, a norma estabelece novos prazos para algumas linhas de financiamento, permitindo operações com prazo de até 15 anos, incluído período de carência de até três anos, nas submodalidades FDR-Mulher, FDR-Estrutura Rural, FDR-Associação/Cooperativa e FDR-Mudanças Climáticas. A lei determina, ainda, que o Poder Executivo regulamente as alterações no prazo de 120 dias após sua publicação. Também foram revogados dispositivos da legislação anterior relacionados à estrutura e ao funcionamento do fundo, com o objetivo de adequar a norma ao novo modelo de gestão. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)  

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Operação Dia dos Namorados orienta comércio sobre direitos do consumidor

Entre segunda-feira (8) e esta sexta (12), a equipe de fiscalização do Procon-DF atuou na Operação Dia dos Namorados, ação voltada para a orientação do comércio e a prevenção de irregularidades em um dos períodos de maior movimentação econômica do primeiro semestre do ano. Ação contemplou centros comerciais, shoppings e ruas com estabelecimentos diversos do DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A operação teve como foco a verificação do cumprimento das normas de proteção e defesa do consumidor, especialmente no que se refere à publicidade de produtos e serviços, à clareza das ofertas, à correta exposição dos preços, às condições de pagamento e às informações obrigatórias que devem ser disponibilizadas aos consumidores de forma clara, adequada e ostensiva. “A transparência é um direito básico do consumidor e uma obrigação legal dos fornecedores” Samuel König, secretário do Consumidor do DF  As ações ocorreram em centros comerciais, shoppings e ruas tradicionais de comércio em diversas regiões administrativas do Distrito Federal. Durante as visitas, os fiscais também orientaram comerciantes sobre a necessidade de observância das disposições previstas no Código de Defesa do Consumidor, reforçando a importância da transparência nas relações de consumo e da prestação adequada de informações ao público. Vendas em alta O período que antecede o Dia dos Namorados costuma registrar aumento significativo nas vendas, especialmente nos segmentos de vestuário, calçados, joias, perfumaria, flores, chocolates e produtos eróticos, o que exige atenção redobrada tanto dos fornecedores quanto dos órgãos de fiscalização para garantir que os consumidores tenham acesso a informações corretas e possam realizar suas compras com segurança. [LEIA_TAMBEM]Aproximadamente 30 estabelecimentos comerciais foram vistoriados durante a operação. Desses, 25 receberam notificações para promover adequações relacionadas à exposição de preços em vitrines e produtos, correção de etiquetas, afixação de informações sobre formas de pagamento aceitas, além da divulgação clara das políticas de troca e demais informações essenciais exigidas pela legislação. Os estabelecimentos notificados terão o prazo de 30 dias para promover as adequações apontadas pela fiscalização. Após esse período, novas diligências poderão ser feitas para verificar o cumprimento das orientações expedidas. “Nosso objetivo é assegurar que o consumidor tenha acesso a informações claras e corretas no momento da compra”, afirma o secretário do Consumidor do DF, Samuel König. “A transparência é um direito básico do consumidor e uma obrigação legal dos fornecedores. Por isso, intensificamos as ações de orientação e fiscalização em períodos de grande movimentação comercial, promovendo um mercado mais justo e seguro para todos.”   *Com informações do Procon-DF

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Órgãos do GDF firmam cooperação para ampliar transparência 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e a Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) firmaram um Termo de Cooperação Técnica com foco no fortalecimento da transparência pública, do controle interno e do controle social no Distrito Federal. A parceria prevê o compartilhamento estruturado de informações cadastrais e societárias das empresas registradas no DF, com vigência de cinco anos. Assegurar o cumprimento da legislação de transparência é um dos focos da parceria | Foto: Divulgação “Ao integrarmos nossas bases de dados, fortalecemos nossa capacidade de identificar possíveis irregularidades e com isso garantimos um controle interno mais rápido e preciso” Daniel Lima, controlador-geral do DF Com o acordo, a CGDF passará a ter acesso facilitado à base de dados da Jucis-DF, por meio de webservices, permitindo consultas rápidas e seguras aos atos e documentos do Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins. A iniciativa tem como objetivo aprimorar a capacidade do Estado de identificar indícios de irregularidades em registros societários, assegurar o cumprimento da legislação de transparência e acesso à informação e ampliar a divulgação qualificada desses dados à sociedade. “Essa parceria demonstra o compromisso desta controladoria com a transparência e o controle interno, garantindo um acesso claro e confiável às informações disponibilizadas”, afirma o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima. “Ao integrarmos nossas bases de dados, fortalecemos nossa capacidade de identificar possíveis irregularidades e com isso garantimos um controle interno mais rápido e preciso.” Menos burocracia Além de fortalecer o controle interno, a cooperação contribui para a redução de trâmites burocráticos. O acesso direto às bases elimina a necessidade de envio recorrente de ofícios, tornando os fluxos de trabalho mais eficientes e integrados entre os órgãos. Também será estabelecido um canal permanente de comunicação técnica e institucional, com acompanhamento formal da execução do termo por representantes designados de ambas as instituições. [LEIA_TAMBEM]Os dados compartilhados serão disponibilizados no Portal da Transparência e no Portal de Dados Abertos do Governo do Distrito Federal, ampliando o acesso da população a informações relevantes sobre o ambiente empresarial local, sempre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). O termo estabelece medidas técnicas e administrativas de segurança, além de regras claras para o tratamento e o uso compartilhado das informações, exclusivamente para finalidades públicas. A parceria não envolve repasse de recursos financeiros entre as instituições. As ações serão executadas em regime de cooperação mútua, com cada órgão arcando com suas próprias despesas operacionais. O acordo também prevê a promoção de capacitações pela CGDF em temas de interesse da Jucis-DF, reforçando a troca de conhecimento e o aprimoramento institucional. Com a iniciativa, CGDF e Jucis-DF dão mais um passo para integrar bases de dados estratégicas, qualificar o controle da administração pública e ampliar a transparência ativa, fortalecendo a confiança da sociedade nas instituições do Distrito Federal. *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Com mais de 300 ações de orientação em 2025, Controladoria fortalece prevenção na gestão pública do DF

Ao longo de 2025, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promoveu um total de 327 ações de orientação direta a corregedorias de órgãos e entidades do DF. A iniciativa tem como foco apoiar gestores na correta aplicação das normas, prevenir irregularidades e fortalecer a tomada de decisões no serviço público.  Controladoria-Geral do DF efetuou quase 500 análises iniciais de admissibilidade em 2025 | Foto: Divulgação/CGDF ”Ao orientar os órgãos, prevenimos irregularidades e indicamos caminhos mais seguros para a tomada de decisão”  Ismara Roza, subcontroladora de correição administrativa da CGD Na prática, a atuação contribui para reduzir falhas, evitar desperdícios e melhorar a eficiência dos serviços prestados à população. “O nosso objetivo não é o processo pelo processo, mas a excelência da gestão”, aponta a subcontroladora de correição administrativa da CGDF, Ismara Roza. “Ao orientar os órgãos, prevenimos irregularidades e indicamos caminhos mais seguros para a tomada de decisão.” Também durante o ano passado, foram feitas 495 análises iniciais de admissibilidade, etapa que verifica se há indícios suficientes para abertura de processos formais de apuração. O procedimento permite direcionar esforços para casos com maior relevância e evita gastos com investigações sem fundamento. [LEIA_TAMBEM]Na área de correição administrativa, a CGDF identificou potencial de retorno de R$ 25 milhões por meio de Tomada de Contas Especiais (TCE). O instrumento permite a recomposição de valores devidos ao Estado de forma mais ágil, sem a necessidade de longas disputas judiciais. “Há potencial de retorno aos cofres públicos, com possibilidade de reforço a áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura”, explica Ismara Roza. Para 2026, a CGDF pretende ampliar as ações preventivas, com foco na orientação normativa e na gestão de riscos, fortalecendo uma atuação cada vez mais voltada à prevenção e à melhoria contínua da gestão pública. O conjunto de ações reforça o papel do controle interno também no apoio à gestão, contribuindo para que os recursos públicos sejam utilizados com mais eficiência e retornem em benefícios diretos para a sociedade. *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Encontro online sobre o Pacto Brasil reforça compromisso com a integridade empresarial

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promoveu, nesta terça-feira (31), o encontro "Integridade que conecta: Pacto Brasil pela Integridade Empresarial". O evento reuniu representantes da Controladoria-Geral da União (CGU) e da CGDF para debater o fortalecimento da governança, da ética e da transparência nas relações entre o poder público e o setor privado.  A iniciativa marcou mais um passo importante da CGDF como apoiadora do Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, programa da CGU ao qual o órgão aderiu em julho de 2025. O pacto estimula empresas e entidades privadas a assumirem, de forma voluntária, compromissos públicos com práticas éticas, prevenção à corrupção e promoção de uma cultura de integridade que vai além do cumprimento legal.  "Não se trata apenas de cumprir normas, mas de fortalecer uma cultura ética que previne irregularidades, protege o interesse público e gera mais confiança para a sociedade” Daniel Lima, controlador-geral do DF “A adesão da CGDF ao Pacto Brasil representa um compromisso claro do Governo do Distrito Federal com a promoção da integridade nas relações público-privadas”, ressalta o controlador-geral do DF, Daniel Lima. “Não se trata apenas de cumprir normas, mas de fortalecer uma cultura ética que previne irregularidades, protege o interesse público e gera mais confiança para a sociedade”, conclui.  Durante a reunião, o secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes Viana, e a coordenadora-geral de Promoção de Integridade Privada da CGU, Monique Cerqueira, apresentaram os objetivos estratégicos do Pacto Brasil e destacaram os benefícios da adesão tanto para a administração pública quanto para o ambiente de negócios. Abordaram também os pilares do pacto e a importância de ações concretas voltadas à implementação efetiva dos programas de integridade.  O subcontrolador interino de Governança e Compliance da CGDF, Alisson Melo, mediou o debate técnico com a participação do diretor de Compliance da CGDF, Márcio Hudson, e do coordenador de Compliance da CGDF, Raphael Gomes. No diálogo, foi apresentado o trabalho desenvolvido na análise dos programas de integridade privada, bem como o guia atualizado para avaliação desses programas, instrumento que orienta empresas contratadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).  No encontro, foram apresentadas as diretrizes de uma nova portaria que visa orientar, de forma clara e objetiva, tanto os órgãos da administração pública quanto as empresas contratantes do GDF quanto às exigências e expectativas relacionadas aos programas de integridade | Foto: Divulgação/CGDF Segundo Alisson, “a governança e o compliance são instrumentos fundamentais para transformar compromissos em práticas efetivas. O Pacto Brasil funciona como um guia estratégico para que as empresas evoluam seus programas de integridade e se alinhem a padrões cada vez mais elevados de ética e responsabilidade”.  Também foram destacadas as diretrizes de uma nova portaria que visa orientar, de forma clara e objetiva, tanto os órgãos da administração pública quanto as empresas contratantes do GDF quanto às exigências e expectativas relacionadas aos programas de integridade.  Para a CGDF, a promoção da integridade empresarial está diretamente relacionada ao fortalecimento do controle interno, à prevenção de irregularidades e à melhoria do ambiente institucional. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

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Live debaterá, nesta terça (31), o Pacto Brasil, evento sobre integridade para empresas 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promove, nesta terça (31), o encontro “Integridade que conecta: Pacto Brasil pela integridade empresarial”. O encontro será online e com ações voltadas ao fortalecimento da governança e da transparência nas relações entre os setores público e privado, o evento será transmitido ao vivo no canal da CGDF no YouTube a partir das 14h30.  Controladoria-Geral do DF participa do Pacto Brasil desde julho de 2025 | Foto: Arquivo/Agência Brasília Pacto Brasil é uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que estimula empresas e entidades privadas a assumir, voluntariamente, compromisso público com a integridade empresarial. A CGDF aderiu ao pacto em julho de 2025, e, com esse encontro, busca se consolidar como apoiadora institucional do projeto, incentivando o compartilhamento de experiências e a disseminação de boas práticas de governança.   [LEIA_TAMBEM]Entre os palestrantes confirmados, estão Marcelo Pontes Viana, secretário de Integridade Privada da CGU, que abordará em sua palestra os objetivos e benefícios do Pacto Brasil para a administração pública; e a coordenadora-geral de Promoção de Integridade Privada da CGU, Monique Cerqueira. O subcontrolador interino de governança e compliance da CGDF, Alisson Melo, vai moderar o debate entre o diretor de Compliance da CGDF, Márcio Hudson, e Raphael Gomes, coordenador de compliance da CGDF. Durante o debate, será apresentado o trabalho desenvolvido na análise dos programas de integridade privada e o guia atualizado para análise dos programas de integridade privada. Também será apresentada uma portaria para direcionar as empresas contratantes com o GDF e os órgãos, em relação aos programas de integridade.   As inscrições podem ser feitas neste link.    *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Ouvidoria-Geral do DF é premiada por iniciativa que fortalece a tomada de decisão do governo

A Ouvidoria-Geral do Distrito Federal (OGDF), unidade da Controladoria-Geral (CGDF) que coordena toda a rede de ouvidorias do GDF, conquistou o 3º lugar no 7º Concurso de Boas Práticas da Rede Nacional de Ouvidorias (Renouv), na temática Ouvidoria Estratégica, com o projeto “Decisão Ágil: o poder do infográfico da Ouvidoria nas mãos da gestão”. Ouvidoria do GDF investe no acesso rápido às informações, garantindo transparência e agilidade no atendimento | Foto: Divulgação/CGDF A iniciativa surgiu a partir de um desafio identificado no dia a dia da administração pública: como transformar o grande volume de dados da ouvidoria em informações claras, rápidas e úteis para utilizar na tomada de decisões e investimentos em áreas mais demandadas.  “Esse prêmio reconhece o trabalho da equipe e o nosso esforço contínuo em tornar a informação acessível, útil e capaz de apoiar decisões que impactam diretamente o cidadão”  Daniela Pacheco,ouvidora-geral do Distrito Federal Embora a OGDF já disponibilizasse um painel público com dados acessíveis à sociedade e aos órgãos do GDF, foi identificado que a alta gestão, por conta da rotina intensa e da complexidade dos dados, nem sempre conseguia utilizar esse material como apoio direto à tomada de decisões. Isso dificultava mostrar, na prática, o quanto a ouvidoria pode ser um importante instrumento de gestão. Prioridades Iniciado em 2024, o projeto passou a trabalhar com temas prioritários para a gestão pública, como saúde, educação, mobilidade, zeladoria e programas sociais. Os infográficos eram produzidos quinzenalmente e enviados diretamente ao controlador-geral do Distrito Federal, ao governador e à vice-governadora, garantindo acesso rápido às informações, inclusive por meio de dispositivos móveis. O processo de criação envolve a análise cuidadosa dos dados, a seleção das informações mais relevantes para a gestão e a transformação desses dados em conteúdo visual simples e de fácil leitura, utilizando ferramentas de design. O foco é permitir que, em poucos minutos, a alta gestão consiga compreender o cenário, identificar problemas recorrentes e apoiar decisões mais ágeis e eficazes. A solução adotada foi o desenvolvimento de peças visuais claras, atrativas e padronizadas, elaboradas a partir das manifestações recebidas pela Ouvidoria, como reclamações, denúncias, sugestões e elogios. O projeto premiado já teve uma evolução: um painel, o Radar DF, já apresentado ao GDF. [LEIA_TAMBEM]“O projeto Decisão Ágil nasce da convicção de que a Ouvidoria vai além do acolhimento das manifestações”, avalia a ouvidora-geral do Distrito Federal, Daniela Pacheco. “Esse prêmio reconhece o trabalho da equipe e o nosso esforço contínuo em tornar a informação acessível, útil e capaz de apoiar decisões que impactam diretamente o cidadão.” Com isso, a Ouvidoria reforça seu papel como ponte entre o cidadão e o poder público, levando a percepção da sociedade diretamente para o centro das decisões governamentais. Canal direto O resultado foi divulgado pela Renouv, iniciativa que reconhece práticas inovadoras capazes de fortalecer a transparência, a participação social e a melhoria dos serviços públicos. A cerimônia de premiação será realizada de forma remota no dia 31 deste mês, às 14h30, com transmissão ao vivo pelo canal da Controladoria-Geral da União (CGU) no YouTube. *Com informações da Controladoria-Geral do DF  

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Empresa de ônibus capacita equipes para reforçar integridade e transparência no transporte

A empresa Marechal iniciou, nesta segunda-feira (16), um treinamento intensivo para seus colaboradores. A capacitação, que se estende por todo o dia e continua até terça-feira (17), aborda temas cruciais como a Lei Anticorrupção, a prevenção a fraudes e o combate ao suborno. O objetivo é transformar cada profissional da empresa em um agente ativo na construção de um ambiente de trabalho mais íntegro e seguro. A iniciativa faz parte de uma estratégia ampla de modernização. “O desenvolvimento do programa de integridade está alinhado à estratégia de estruturar processos e políticas internas. Isso fortalece a governança, aumenta a segurança das decisões e impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados à população”, destaca o administrador Angelo Gulin. O treinamento tem como objetivos aumentar a transparência e combater a corrupção dentro das empresas de ônibus | Fotos: Divulgação/Semob-DF Essa ação atende a uma demanda crescente da sociedade por mais transparência nos serviços públicos. De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, o treinamento contribui para fomentar a ética e a transparência no transporte público coletivo.  [LEIA_TAMBEM]“A integridade é um dos pilares da boa governança, um compromisso que a secretaria adota e busca fomentar junto às empresas que prestam serviços ao setor público. Iniciativas como esse treinamento reforçam a cultura de transparência e fortalecem os controles internos, sobretudo porque a operadora atua no transporte coletivo, que é um serviço público essencial de grande impacto na vida da população”, disse o secretário. Com profissionais mais preparados para identificar e prevenir riscos, a concessionária aprimora os controles internos e fortalece a relação de confiança com usuários. A iniciativa reflete a compreensão de que a integridade é um valor que se traduz em práticas diárias, impactando diretamente a segurança, a eficiência e a percepção de qualidade do sistema de transporte como um todo. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF  

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