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Brasilienses aproveitam ampliação de grupos para se vacinar contra a gripe

A vacinação contra a gripe já está disponível para toda a população do Distrito Federal a partir dos seis meses. Com estoques garantidos nas unidades básicas de saúde (UBS), a campanha, antes restrita aos grupos prioritários, agora busca ampliar ainda mais as coberturas vacinais e reduzir significativamente a circulação do vírus, além de diminuir casos graves da doença, inclusive os óbitos causados pela Influenza. Até o último dia 13 de maio, 272 mil doses haviam sido aplicadas ー cerca de 12 mil somente no Dia D de mobilização, realizado no dia 10 deste mês. Segundo a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), o estoque atual é de 300 mil doses. À medida que as vacinas forem aplicadas, a SES poderá solicitar novas remessas ao Ministério da Saúde. A vacina contra a gripe pode ser aplicada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A vacina, atualizada anualmente, oferece proteção contra os vírus H1N1, H3N2 e B, e pode ser aplicada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. “Desde o início da campanha, temos recebido principalmente idosos e crianças, com boa adesão. Os pais têm trazido as crianças para vacinar, o que mostra que a população reconhece a eficácia da vacina. Sempre que a campanha é ampliada, a resposta costuma ser positiva”, explica a gerente da UBS 1, Fernanda Santana. Fernanda também ressalta que a campanha está aberta e, assim como no ano passado, há possibilidade de extensão até o fim do ano, o que dá mais tempo para as pessoas procurarem a unidade com calma.  Fernanda Santana: "Na segunda-feira (19), tivemos um movimento muito bom aqui na UBS. Foi praticamente um recorde, pois aplicamos cerca de 549 doses"  “Na segunda-feira (19), tivemos um movimento muito bom aqui na UBS. Foi praticamente um recorde, pois aplicamos cerca de 549 doses, tanto para o público que já estava contemplado quanto para as novas faixas etárias incluídas agora”, destaca. Embora todos possam se vacinar agora, a unidade reforça o foco nos grupos prioritários, que têm maior risco de complicações. Além disso, qualquer pessoa pode procurar a UBS mais próxima de casa, mesmo que não resida naquela área, pois todas as unidades estão com portas abertas para a vacinação. O médico Vitor Pinheiro dá o exemplo aos pacientes e sempre se imuniza Nesta época do ano, quando começa a esfriar, a aglomeração entre as pessoas aumenta e as doenças respiratórias se espalham com mais facilidade. Todo ano, o médico Vitor Pinheiro, 33 anos, se vacina ー  até porque precisa dar o exemplo para os pacientes. “Às vezes, a gente se acostuma com quadros leves de infecções respiratórias, mas muitos só são leves porque já estamos vacinados. Por isso, é fundamental estar com a imunização em dia, para não ser justamente aquela pessoa que dá o azar de desenvolver um quadro mais grave”, ressalta. As salas de vacinação espalhadas pelo DF estão preparadas para receber os brasilienses. O corretor de imóveis Henrique Roncato, 46, destacou que o atendimento na UBS 1 foi rápido. “Muita gente deixa de vir achando que vai enfrentar filas grandes, mas hoje o atendimento foi rápido, tudo fluiu bem. Um atendente do GDF conversou com a gente na fila, explicou sobre a vacina, passou as informações”, afirma. Ele também ressalta a importância de conscientizar a população a se vacinar e a acreditarem na ciência. O atendimento na Unidade Básica de Saúde 5 do Recanto das Emas não foi diferente. “Nossa equipe está orientando o tempo todo e, quando necessário, faz até uma busca ativa aqui na recepção para explicar a importância da vacina. Essa orientação é essencial, especialmente para combater desinformações que circulam nas redes sociais”, explica o supervisor da unidade, Melchior Brito. Ele conta que desde quando a vacinação foi liberada para todo o público, a adesão tem sido muito boa, pois a população da região apareceu em massa logo no primeiro dia e, nesta terça-feira (20) o movimento também foi intenso. Aos 7 anos, Valentina Guimarães tomou a vacina e garante que dói "só um pouquinho" Valentina Guimarães, 7, tomou a vacina contra a gripe e, apesar de dizer que “doeu um pouquinho”, reforçou que se vacinar é importante: “Faz bem para a saúde, para não adoecer”. Quem a levou até a UBS foi a mãe dela, Isis Souza, 40, acompanhada também pelo irmão da menina, que já havia se vacinado anteriormente. “A mamãe sempre me traz aqui. Às vezes eu choro, mas eu me vacino”. Para garantir a segurança de toda a família, Isis segue atenta às campanhas de vacinação. [LEIA_TAMBEM]Como se vacinar Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento de identidade com foto, e se possível a caderneta de vacinação. Os imunizantes estão disponíveis nas 164 salas de vacina nas Unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. A lista completa dos locais pode ser consultada no site da SES-DF. Doença O vírus influenza é atualmente a principal causa do aumento de óbitos por doenças respiratórias no Brasil. De acordo com estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a vacinação contra a gripe reduz em até 35% o risco de hospitalizações entre pessoas dos grupos de alto risco.  

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Testes comprovam 99% de eficácia da máscara Vesta, que inativa coronavírus

Fabricada com tecnologia 100% nacional e baixo custo de produção, a máscara Vesta traz como inovação a aplicação de nanopartículas na parte filtrante. A barreira envolve e degrada a membrana do vírus, inativando a contaminação | Fotos: Divulgação/SES-DF A efetividade da máscara Vesta, que inativa o coronavírus, passou com sucesso pelo período de testes realizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) – referência no tratamento de doenças infectocontagiosas em Brasília. Os estudos clínicos comprovaram que o equipamento apresentou 99% de eficácia na inativação do vírus da covid-19 (alfacoronavírus e betacoronavírus), vírus influenza e inibição de fungos e bactérias. Evento na unidade nesta sexta-feira (23) marcou o fim da etapa de ensaio clínico, no qual profissionais que estiveram na linha de frente de combate à pandemia utilizaram a máscara por dois anos para avaliar seu desempenho. “O primeiro ensaio foi feito com 60 profissionais de saúde e agora, em 2023, com mais 260 profissionais de várias categorias: enfermagem, médica, fisioterapia”, afirma a chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Hran, Janine Montefusco. Ela destaca que os colaboradores acharam a máscara confortável e se sentiram mais seguros durante os atendimentos de pacientes de covid-19. Durante os estudos, os profissionais do Hran foram divididos em vários times e cada um utilizou o equipamento de proteção individual (EPI) por 21 dias consecutivos. A testagem foi feita por meio de questionários e de três exames de RT-PCR (padrão de referência na detecção da covid-19). “O foco do projeto é aumentar a segurança dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra pandemias. Isso é importante, principalmente, para o profissional da saúde, que muitas vezes se contamina no momento de se paramentar”, avalia Janine. Mariana Alcazas, diretora do Hran, agradeceu pelo empenho dos voluntários durante os ensaios clínicos Fruto da parceria entre governo, centros de pesquisa e setor privado, a tecnologia foi desenvolvida no âmbito do projeto Vesta – parte de uma iniciativa maior, coordenada pela Universidade de Brasília (UnB), que envolveu uma equipe de mais de 100 pesquisadores brasileiros de diferentes áreas do conhecimento. A máscara, no modelo PFF2 e que recebeu a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já pode ser encontrada à venda. Diretora do Hran, Mariana Alcazas afirmou durante a abertura do evento que o projeto surgiu no auge da pandemia e que a UnB trouxe tecnologia e ciência para a iniciativa. “A máscara agora é um produto que está no mercado e que teve a participação do nosso hospital. Mesmo diante de uma situação tão difícil, e apesar de toda dor e de todo sofrimento, conseguimos colaborar e hoje temos a materialidade desse grande esforço”, disse, agradecendo também a todos os profissionais voluntários. O professor da UnB e coordenador do ensaio clínico, Rodrigo Luiz Carregaro, lembrou como foi desafiador avaliar os trabalhadores em uma situação real como a pandemia. “O Hran foi o hospital referência no tratamento de covid, por isso foi escolhido para termos dados robustos na eficácia do produto. Essa é mais uma das grandes parcerias da universidade com a Secretaria de Saúde do DF que trouxe um produto que apresenta 99% de filtração de partículas, com usabilidade e conforto.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Tecnologia e baixo custo Diferente das máscaras N95, a Vesta foi fabricada com tecnologia 100% nacional e possui baixo custo de fabricação. A inovação, segundo Rodrigo, está na aplicação de nanopartículas na parte filtrante, chamada quitosana (material biodegradável polimérico, extraída da carapaça de crustáceos, como camarão e lagosta, que auxilia na filtração e na inativação de antígenos). A barreira envolve e degrada a membrana do vírus, inativando a contaminação. Por ser tão pequena quanto ele, a trama – espaços formados entre as fibras, também chamados de poros – acaba impedindo a passagem do micro-organismo causador da doença. Além disso, o tecido da Vesta é composto por um tipo de tecnologia que exerce atração eletrostática no vírus. Este é atraído pela superfície por interpretar que está se aproximando de vias aéreas humanas. Dessa forma, uma pessoa infectada que estiver usando a máscara adequadamente não vai contaminar ninguém, porque o vírus será eliminado. O ideal, porém, é que as outras pessoas também estejam protegidas pelo mesmo equipamento. *Com informações da SES-DF

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Antecipada vacinação contra a gripe para crianças de 6 meses a 5 anos

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vai adiantar para esta sexta-feira (31) o início da campanha de vacinação contra a gripe (vírus influenza). As equipes de imunização vão a 21 creches para atender as crianças de seis meses a cinco anos, 11 meses e 29 dias. O Distrito Federal conta com 216.544 crianças nessa faixa etária. [Olho texto=”“Com essa nossa ida às creches, vamos buscar a quebra da circulação desse vírus, aumentar a cobertura vacinal e a capacidade de defesa das nossas crianças. E é um pedido do nosso governador, a união das várias secretarias para a entrega de políticas públicas”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] A orientação para as famílias é que nesta sexta-feira (31) as crianças estejam com um documento de identificação e o cartão de vacina. Os pais ou responsáveis devem assinar um termo de autorização e estarem presentes no momento da vacinação, que deve ocorrer no início do horário das aulas, a partir das 15h. Não serão vacinadas as crianças com sintomas de gripe. “Com essa nossa ida às creches, vamos buscar a quebra da circulação desse vírus, aumentar a cobertura vacinal e a capacidade de defesa das nossas crianças. E é um pedido do nosso governador, a união das várias secretarias para a entrega de políticas públicas”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. [Olho texto=”“A Secretaria de Saúde é uma grande parceira nossa e, assim como fizemos em outras campanhas de vacinação, nos juntamos para auxiliar na ampliação da cobertura vacinal e protegermos os nossos estudantes do vírus da gripe. É muito importante que as famílias compreendam a importância de imunizarem seus filhos nesse momento”” assinatura=”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A Secretaria de Saúde é uma grande parceira nossa e, assim como fizemos em outras campanhas de vacinação, nos juntamos para auxiliar na ampliação da cobertura vacinal e protegermos os nossos estudantes do vírus da gripe. É muito importante que as famílias compreendam a importância de imunizarem seus filhos nesse momento”, completa a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. No sábado (1º), haverá vacinação em espaços públicos e, a partir de segunda-feira (3), começará o atendimento na rede de unidades básicas de saúde. Os locais serão divulgados no site da Secretaria de Saúde. “Os pais das crianças que não forem das creches atendidas nesta sexta-feira poderão levá-las para se vacinar no sábado e, a partir de segunda-feira, nas unidades básicas de saúde (UBSs). Também vamos prosseguir na parceria com a Secretaria de Educação”, detalha a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVEP) da Região Sudoeste de Saúde, Kelly Coelho. A vacina a ser aplicada é a trivalente, desenvolvida a partir de cepas em circulação no Brasil | Foto: Divulgação/SES-DF Combate às síndromes gripais Prevista para começar no dia 10 de abril, a vacinação contra gripe para as crianças dessa faixa etária foi antecipada por conta do aumento dos casos de síndromes respiratórias. “As crianças menores de dois anos são um grupo de risco, com maior gravidade, que costumam ter uma piora, ficando em um estado que necessita maior atenção”, explica a coordenadora da Atenção Primária à Saúde, Ramá Celani. De acordo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da SES, até o início de março, 61,8% dos casos graves por vírus respiratórios foram registrados em crianças com menos de dois anos de idade. “O vírus influenza já está circulando aqui no DF e, com a vacinação desta faixa etária, evitaremos a forma grave e os óbitos pela doença”, explica a responsável técnica de doenças respiratórias da Divep, Bruna Camargos. A vacina que será aplicada é do tipo trivalente, pois protege contra os vírus A/Sydney/5/2021 (H1N1)pdm09, A/Darwin/9/2021 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem B/Victoria), tendo sido desenvolvida a partir das cepas em circulação no Brasil. Após a vacinação, em duas a três semanas passam a ser detectados anticorpos contra a doença. O tempo previsto de proteção vai de seis a 12 meses, dependendo do indivíduo, o que justifica a vacinação ocorrer anualmente. A orientação é que as crianças estejam com um documento de identificação e o cartão de vacina. Os pais ou responsáveis devem assinar um termo de autorização e estarem presentes no momento da vacinação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Campanha de vacinação A Secretaria de Saúde recebeu mais de 180 mil doses encaminhadas pelo Ministério da Saúde e iniciou a distribuição entre as sete regiões de saúde do DF. O objetivo é oferecer as vacinas para aplicação nas unidades básicas de saúde, creches e em ações externas, como em parques, praças, feiras, centros comerciais e outros espaços de grande circulação. No dia 10 de abril, será iniciada a campanha de vacinação para outros grupos: idosos com 60 anos e mais, gestantes, puérperas, professores das escolas públicas e privadas, trabalhadores da saúde e do transporte coletivo rodoviário, caminhoneiros, portuários, profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente e povos indígenas. Até o fim da campanha, o Distrito Federal receberá do Ministério da Saúde um total de 1.112.000 doses. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Creches com vacinação no dia 31 de março (sexta-feira) – Pioneira: Vila Planalto – Cruz de Malta: Asa Norte – São Vicente de Paula: Cruzeiro Velho – Instituto Nair Valadares (INAV): Riacho Fundo II – CEPI Aroeira: Brazlândia – CEPI Jandaia: Ceilândia – CEPI Pequizeiro de Planaltina – CEPI Flor de Lis: Sobradinho – Escola Mundo Encantado: Itapoã – Lar Padre Cícero: Taguatinga – Creche Pica-Pau Branco: Samambaia – CEPI Arara Canindé: Recanto das Emas – Creche Tia Vilma: Gama – Centro Educacional Doce Infância: Gama – Centro de Convivência e Educação Infantil Nossa Senhora do Carmo: Gama – Creche Ame Baby: Gama – Instituto Social Pax: Gama – Escola Ana Clara: Santa Maria – CEPI Corujinha do Cerrado: Santa Maria – CEPI Buriti: Santa Maria – CEPI Angelins: Santa Maria *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Campanha contra a gripe já alcançou 92,4% do público-alvo

No total, 867.555 doses já foram aplicadas pelas redes pública e privada | Foto: Secretaria de Saúde A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe já entrou na fase final. Até o momento, as redes públicas e privadas já aplicaram 867.555 doses da vacina contra o vírus influenza. Nas unidades públicas, o número de vacinas aplicadas é de 849.080 doses. A campanha de vacinação está em sua 23ª semana e conta com 128 salas de vacinas distribuídas por todas as regiões do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A meta estipulada pelo Ministério da Saúde para cobertura vacinal é de 90% da população-alvo, índice que foi atingido pelo Distrito Federal na última sexta-feira (19), chegando a 92,4%. Apesar desse avanço, a campanha ainda não atingiu a meta de imunização para os grupos prioritários de crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas (mulheres com até 45 dias depois do parto). A Secretaria de Saúde continua convocando as pessoas desses grupos para que procurem uma sala de vacinação mais próxima. Até o último levantamento, crianças de 6 meses a menores de 2 anos tinham 63,6% de cobertura vacinal; crianças de 2 anos a menores de 5 anos tinham 44%; crianças de 5 anos, 54,6%; gestantes, 52,9%; e puérperas, 60,8%. Todos esses grupos estão com coberturas vacinais abaixo da meta. O secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, alerta a população do Distrito Federal para a importância da vacinação contra o vírus influenza. “Estamos no período mais propício para a propagação de doenças respiratórias. E a prevenção, por meio da vacina, é o melhor e mais seguro caminho para contermos a propagação de vírus e evitar doenças graves”, enfatizou. Terceira fase A vacina previne três tipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B. A campanha começou no dia 23 de março. No dia 4 de maio teve início a terceira fase, tendo em vista a disponibilidade de doses para vacinação do grupo que envolve crianças, gestantes e puérperas. Ainda em maio, pessoas com deficiência, professores da rede pública e privada e pessoas de 55 a 59 anos de idade foram incluídos na imunização. Para aumentar a cobertura vacinal nesses grupos, a Secretaria de Saúde sugeriu às unidades de saúde e aos hospitais da rede algumas medidas de mobilização junto às suas respectivas comunidades. Maternidades públicas também estão aproveitando para vacinar gestantes e puérperas, mas o trabalho ainda não terminou. “Estamos há uma semana para o encerramento previsto da campanha de vacinação contra a Influenza e, embora o Distrito Federal tenha superado a meta de 90% de cobertura vacinal, considerando todos os grupos, esse alcance da cobertura não ocorreu de forma homogênea, sendo que os grupos prioritários das crianças, das gestantes e das puérperas ainda não atingiu a meta preconizada. Ressaltamos a importância de que esses grupos estejam devidamente vacinados, com a finalidade de evitar as complicações, internações e óbitos em decorrência da influenza”, explica a enfermeira da Área Técnica de Imunização, Fernanda Ledes. “Pedimos aos pais e responsáveis das crianças menores de 6 anos que levem seus filhos às unidades básicas [de saúde] para receberem não só a vacina contra influenza, mas também para atualização da situação vacinal conforme necessário. Da mesma forma recomendamos que as gestantes e as puérperas que ainda não foram vacinadas procurem a UBS e recebam as vacinas preconizadas”, complementou a enfermeira. Contraindicações A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática em doses prévias da vacina. Contudo, na maioria dos casos as vacinas contra influenza têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas. Pacientes que tenham alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados podem receber a vacina, contanto que ela seja administrada em ambiente hospitalar. Para pessoas acamadas e com mais de 60 anos é possível fazer um agendamento para que a imunização seja providenciada em domicílio. A solicitação pode ser feita pelo telefone 160 ou na unidade básica de saúde (UBS) de referência do domicílio da pessoa acamada. * Com informações da Secretaria de Saúde

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