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SUS oferece consulta gratuita no Hran para uma viagem mais segura

Passagem comprada, hospedagem reservada e malas quase prontas. Antes de embarcar, vale incluir mais um compromisso no roteiro: uma consulta médica. No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o Ambulatório do Viajante. O serviço gratuito orienta sobre vacinas, prevenção de doenças e outros cuidados importantes antes do embarque. O atendimento é personalizado. A consulta leva em conta o destino, o tempo de permanência e o perfil de cada viajante. Com essas informações, o profissional indica as vacinas recomendadas, explica os principais riscos da região e orienta como reduzir as chances de adoecer durante a viagem. O ambulatório não aplica vacinas. A consulta serve para indicar quais imunizantes são necessários, onde eles estão disponíveis e quais medidas de prevenção devem ser adotadas antes da viagem | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde   Cuidados preventivos O ambulatório não aplica vacinas. A consulta serve para indicar quais imunizantes são necessários, onde eles estão disponíveis e quais medidas de prevenção devem ser adotadas antes da viagem. Quem viaja para áreas com maior circulação de doenças também recebe orientações sobre cuidados com água e alimentos, prevenção contra doenças transmitidas por mosquitos e riscos como a trombose em voos longos. Quando necessário, o médico também prescreve medicamentos preventivos. Viagem segura O Ambulatório do Viajante funciona desde 2014. A recomendação é agendar a consulta pelo menos 30 dias antes da viagem. O atendimento é gratuito e ocorre às terças e quintas-feiras, das 14h às 18h. O agendamento pode ser feito pelos e-mails agendamentocriehran@gmail.com e hran.cri@saude.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3449-4733. No dia da consulta, é preciso apresentar documento de identificação, Cartão SUS e cartão de vacinação.  

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Sábado (20) tem vacinação em 19 regiões administrativas do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá vacinação em 19 regiões administrativas neste sábado (20). É possível se vacinar independentemente do local de moradia, bastando levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta.  Estarão disponíveis vacinas para pessoas de todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado para cada idade e os grupos prioritários. A novidade é a vacina Ppneumocócica 20, indicada para crianças de até 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade, de acordo com o histórico vacinal. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para identificar os imunizantes indicados para cada pessoa.  Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nesses casos, é necessário levar documentação para comprovar fazer parte de um dos grupos prioritários. No domingo (21), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (22). *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Dia Nacional da Imunização alerta para importância das vacinas em todas as idades

Há um desafio cultural na vacinação a ser superado: muitas famílias se preocupam em garantir as doses de bebês, mas deixam de vacinar as crianças maiores, adolescentes, adultos e idosos. O tema ganhou destaque no Fórum Brasil Imune, realizado na sede da Organização Mundial de Saúde (OMS), em Brasília, nesta terça-feira (9), Dia Nacional da Imunização. Os dados do Distrito Federal mostram este cenário. Três vacinas estão com a cobertura acima da meta de 90%: a BCG, rotavírus e a primeira dose contra hepatite B. Todas são para bebês de até 4 meses. Por outro lado, a segunda dose da vacina contra a varicela (catapora), a ser tomada aos 4 anos de idade, teve adesão de 67,2%. Entre as crianças de 10 anos de idade, que já podem se vacinar contra a dengue, 41,9% tomaram uma dose e apenas 16% completaram o esquema vacinal de duas aplicações. A meta também é de 90%. Não há dados específicos de coberturas de vacinas previstas para adultos, como as que protegem contra febre amarela, tétano e sarampo, mas na vacinação contra o vírus influenza, os grupos prioritários de adultos têm tido adesão abaixo de 40%. "Nós queremos envelhecer e envelhecer com saúde. A vacinação é importante para isso", afirma a gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Ela diz que, para fazer frente a esse desafio, servidores têm sido treinados para indicarem a vacina de maneira ampla. "Se uma mãe, um pai, uma avó ou um avô leva uma criança para vacinar, também é importante verificar a situação vacinal do responsável", esclarece. Em maio, a SES-DF alcançou a marca de um milhão de vacinas aplicadas somente em 2026, um salto de 14,7% frente ao mesmo período do ano passado | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Novas rotinas, novas estratégias Durante o Fórum Brasil Imune, também foram debatidos desafios para a vacinação na atualidade, como famílias que têm pouco tempo disponível em rotinas cada vez mais complexas. "Nós não podemos aceitar ver o óbito de uma pessoa por uma doença para a qual temos vacina disponível", disse a representante da Organização Pan-Americana no Brasil, Lely Guzman. A meta é que as ações sejam cada vez mais adaptadas à realidade da população. No DF, por exemplo, apesar de ter mais de cem salas de vacinação, a SES-DF tem investido nas chamadas "ações extra muros", quando as equipes atuam em espaços de grande circulação de pessoas, como feiras, shoppings centers, mercados e eventos. Também há o programa Saúde na Escola, parcerias com órgãos públicos e Carros da Vacina, que fazem atividades itinerantes. Em maio, a SES-DF alcançou a marca de um milhão de vacinas aplicadas somente em 2026, um salto de 14,7% frente ao mesmo período do ano passado. Em 2025, até o fim do ano, foram aplicadas 2,9 milhões de doses, cerca de 100 mil a mais que em 2024, quando foram registradas 2,8 milhões de doses. Vacinação de adolescentes e adultos Adolescentes entre 9 e 14 anos têm indicação prioritária para a vacina HPV, aplicada em dose única para prevenir infecções que podem causar diversos tipos de câncer. Até 30 de junho, adolescentes até 19 anos podem receber essa vacina, mas somente 11,3% do público entre 15 a 19 anos aderiu à campanha. Entre adultos, a vacinação segue um calendário que varia conforme a idade e o histórico individual. A dT, que protege contra tétano e difteria, deve ser reforçada a cada 10 anos a partir da vida adulta. Já a tríplice viral permanece indicada até os 59 anos, com duas doses para quem tem entre 20 e 29 anos e uma dose para aqueles entre 30 e 59 anos sem comprovação vacinal. Por fim, a hepatite B é recomendada para qualquer adulto não vacinado, independentemente da idade. Vacinas contra covid-19 e gripe (influenza) seguem com esquemas atualizados conforme orientações do Ministério da Saúde, especialmente para pessoas acima de 60 anos ou com condições de risco. Para o atendimento, é necessário apresentar um documento de identidade válido e com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto, independentemente do local de residência. Conheça os locais de aplicação dos imunizantes aqui. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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GDF amplia oferta de vacinas contra a gripe

O novo ano começa com a ampliação da oferta de imunizantes contra a gripe para toda a população do Distrito Federal. A partir desta terça-feira (6), até 31 de janeiro, qualquer pessoa com seis meses de idade ou mais, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção. Anteriormente, a imunização contra a gripe integrava apenas o calendário de rotina de grupos especiais. "Ao expandir os públicos, é possível aumentar o número de pessoas protegidas e, assim, reduzir complicações, internações e mortes associadas às infecções respiratórias causadas pelo vírus influenza", explica a gerente substituta de Rede de Frio da Secretaria de Saúde (SES-DF), Lais Soares. Qualquer pessoa a partir de seis meses de idade, que não tenha recebido o imunizante em 2025, poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Ampliar a cobertura Em 2025, no DF, foram aplicadas cerca de 885 mil doses contra a influenza. Considerando todos os grupos especiais, a cobertura vacinal foi de 55,34%. As gestantes apresentaram a menor adesão (28,19%). "Mesmo com a ampliação, é importante que as pessoas dos grupos especiais que ainda não se vacinaram busquem o serviço de saúde", ressalta Soares. O estoque atual da SES-DF é de 100 mil doses. Todos podem ser atendidos nas salas de vacinação localizadas em diversas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do DF. Basta apresentar um documento com foto válido. Recomenda-se, ainda, levar a Caderneta de Vacinação, pois é ela que comprova a situação vacinal do indivíduo. Sua ausência, contudo, não é um impeditivo para receber a dose. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Vai sair de férias? Ambulatório do Viajante orienta sobre cuidados em viagens internacionais e nacionais

Com a proximidade das férias, diversas pessoas se preparam para visitar outros estados ou países. Além da preocupação com malas, hospedagens e passeios turísticos, é importante estar atento às exigências sanitárias do local de destino - como vacinas obrigatórias para a entrada em determinadas regiões. Pensando nisso, a Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza informações por meio do Ambulatório do Viajante. A unidade, localizada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), orienta principalmente sobre como evitar doenças que podem ser transmitidas ao chegar no destino. No ambulatório, cerca de 90% do público atendido costuma fazer viagens internacionais. Porém, a equipe também acolhe pessoas que vão para territórios nacionais, como regiões amazônicas. "O objetivo é  ajudar as pessoas para que elas não se contaminem ou transmitam doenças", afirma o médico responsável pelo ambulatório, Fernando Moraes | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Daniel Peter Beniamino, 43, conheceu o Ambulatório do Viajante ao ler uma notícia e decidiu agendar uma visita para receber informações sobre a viagem à trabalho para a Jamaica. “Achei o atendimento muito atencioso. Buscaram entender para qual país eu iria, falei das minhas preocupações e o médico me indicou repelentes e atenção com a água e com animais silvestres." O servidor público se surpreendeu com a abordagem holística da assistência, que ainda incluiu vacinas e dicas na hora do voo. “O médico me fez algumas recomendações, inclusive de doses importantes até no Brasil. Sugeriu o melhor lugar para me sentar no avião e não esquecer de me movimentar”, relata. “Com certeza vou indicar para outras pessoas, porque, de fato, sinto que faz a diferença", elogia. Abordagens Médico responsável pelo ambulatório, Fernando Moraes destaca que a unidade trabalha diversos aspectos da viagem, ultrapassando recomendações de vacinação. “Falamos, por exemplo, sobre os riscos de trombose no avião, por conta da altitude. Ensinamos como evitar o problema, que alimentos ingerir, qual poltrona sentar." Daniel Peter Beniamino vai viajar para a Jamaica e decidiu passar no ambulatório antes: "Com certeza vou indicar para outras pessoas porque, de fato, são orientações que fazem a diferença" | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A equipe verifica também todas as vacinas exigidas, pois as regras mudam conforme o país ou a região. "Há lugares em que não é possível a entrada sem o cartão atualizado ou sem o Certificado Internacional de Vacinação", explica o médico. Nesse caso, o paciente é orientado a buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber as doses indicadas.  Outro aspecto trabalhado é a prescrição de medicamentos, uma vez que é comum que muitos viajantes levem remédios para imprevistos como alergias e diarreias. A abordagem inclui desde o que pode ser despachado até qual o melhor horário para tomá-los.  Moraes destaca ainda a importância de observar o aspecto preventivo das viagens, uma vez que o mundo está mais conectado. “Não importa onde mora ou o que vai fazer. O objetivo é ajudar as pessoas para que elas não se contaminem ou transmitam doenças. O mundo está muito próximo. Alguém que está na Ásia, em menos de 24 horas, pode chegar ao Brasil e trazer consigo enfermidades que não temos aqui”, enfatiza. Como ser atendido O Ambulatório do Viajante funciona sob agendamento no Hran. As consultas ocorrem às terças e quintas-feiras, no período vespertino, e podem ser marcadas pelo telefone 3449-4733 ou pelo endereço eletrônico: hran.crie@saude.df.gov.br. O serviço é gratuito e personalizado para cada tipo de viajante - seja turista, profissional em missão, intercambista etc. O local também atende pessoas que retornam de viagem, a fim de evitar que tragam doenças externas para o Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Em meio ao Outubro Rosa, ação leva serviços de saúde à Feira do Guará

Quem passar pela Feira do Guará neste sábado vai encontrar mais do que as tradicionais comidas e roupas. Agentes da Secretaria de Saúde estão no local oferecendo vacinas, práticas integrativas — como a auriculoterapia — e encaminhamento a consultas e exames. A ação integra a campanha do Outubro Rosa e tem como público principal as mulheres. “Neste Outubro Rosa, este GDF intensificou as ações de prevenção e combate ao câncer de mama e do colo do útero como mais uma medida de cuidado com a saúde integral das mulheres e de toda a população do DF. Estar na Feira do Guará, em contato direto com a população, mostra que temos um governo que vai onde as pessoas estão, levando conscientização e saúde a todos” Celina Leão, vice-governadora “Neste mês que a gente está celebrando o Outubro Rosa, que é em favor da saúde da mulher, a gente vem aqui trazer informação, mostrar para ela que é importante cuidar da saúde, buscar a unidade de saúde. Hoje a gente está funcionando das 8h às 17h, excepcionalmente neste sábado, para fazer os exames específico para mulher, porque a gente tem uma ação conjunta, tem essa ação primária aqui de acolhimento na feira, mas quem precisa de um exame, de uma ação mais específica vai ter atendimento lá na UBS”, explicou Vinícius Hora, gerente da Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 do Guará, que fica a menos de 1 km da feira. O evento deste sábado é uma das várias ações do Governo do Distrito Federal (GDF)  em meio ao Outubro Rosa, que tem como intuito dar visibilidade à prevenção e ao tratamento do câncer de mama. “Neste Outubro Rosa, este GDF intensificou as ações de prevenção e combate ao câncer de mama e do colo do útero como mais uma medida de cuidado com a saúde integral das mulheres e de toda a população do DF. Estar na Feira do Guará, em contato direto com a população, mostra que temos um governo que vai onde as pessoas estão, levando conscientização e saúde a todos”, destacou a vice-governadora do DF, Celina Leão. … | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Recepção A iniciativa contou com o apoio e a participação dos feirantes. “Só aqui na feira, a gente tem em torno de 1.200 pessoas, a maioria mulheres, que trabalham aqui e que precisam desse apoio. Então, a UBS ter vindo para cá foi maravilhoso para nós”, celebrou Djaly Souza, que é integrante da Associação dos Comerciantes da Feira do Guará (Ascofeg). A comunidade local também aprovou a ação. A influencer Zuleika Lopes ajudou na divulgação e organização, e exaltou o evento: “Tem que trazer a prevenção onde as pessoas estão. E quem não vem na Feira do Guará no final de semana? Eu acho muito importante. Se a gente conseguir detectar pelo menos uma pessoa que está com problema de câncer, com alguma doença, já vai ajudar a prevenir”. Já a também feirante Nalva Gomes aproveitou para colocar as vacinas em dia e para fazer a auriculoterapia. “Quando eu vi esse projeto, já me apaixonei de cara, porque, querendo ou não, a mulher hoje em dia precisa de muita visibilidade. A mulher sempre foi escondida e agora ela está às claras, para todo mundo ver”, apontou. “Eu vou fazer a ação completa. Tudo que tiver aqui eu vou fazer, porque tem que aproveitar a oportunidade, que é superimportante e fazer tudo que o projeto está oferecendo. E todas as mulheres deveriam fazer”, arrematou.

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Vacinação no fim de semana: gripe, meningite, covid-19, dengue e outras

Este fim de semana será repleto de oportunidades para quem quiser se vacinar no Distrito Federal. O destaque fica para o evento de Pentecostes, no Taguaparque, onde equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) vão aplicar vacinas contra gripe (influenza) das 13h às 0h, no sábado (18), e das 13h às 21h, no domingo (19). Fim de semana terá oferta de vacinas para pessoas de todas as faixas etárias | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Neste fim de semana, a SES-DF destaca as ações fora de suas unidades. Além do Taguaparque, haverá atendimento em supermercados, praça, escola e no programa GDF Mais Perto do Cidadão, que acontece em Samambaia. A lista completa dos locais, com endereços e horários, está disponível aqui. O imunizante contra a gripe pode ser aplicado em bebês a partir dos seis meses de idade, crianças, adolescentes, adultos e idosos. No sábado (18), esse imunizante também estará disponível em outros 30 locais de atendimento. A nova vacina contra a covid-19, da Moderna, também será aplicada neste sábado em bebês e crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses, além dos adultos dos grupos prioritários. Já as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos também poderão receber a primeira ou a segunda dose da vacina contra a dengue. Outros imunizantes também estarão disponíveis, sendo aplicados conforme o calendário vacinal de rotina. *Com informações da SES-DF

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Vacinação contra dengue para crianças e adolescentes em 18 locais neste sábado (9)

Sábado (9) é dia de vacinação no Distrito Federal. Haverá 18 locais de atendimento em São Sebastião, Gama, Riacho Fundo I e II, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Estrutural, Guará, Candangolândia, Plano Piloto, Sobradinho II e Planaltina. A lista completa dos endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Equipes de vacinação atendem pessoas de todas as faixas etárias. Contra a dengue, apenas crianças e jovens de 10 a 14 anos | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos poderão se vacinar contra a dengue. Além disso, estarão disponíveis as doses previstas no calendário de rotina para todas as faixas etárias, com exceção da BCG. A orientação é levar documento e a caderneta de vacinação. Será possível, ainda, tomar mais de um imunizante no mesmo dia, de acordo com a avaliação das equipes Não haverá vacinação no domingo (10). Na segunda-feira (11), a rede de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) reabre com mais de 100 salas de imunização disponíveis. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Profissionais de saúde discutem técnicas de combate à dengue

No momento em que as atenções do país se voltam para o combate à dengue, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) reuniu profissionais de saúde para tratar do manejo e prevenção da doença em pediatria. Profissionais do HCB e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se reuniram para falar sobre as características da arbovirose, vacinas e discutir casos clínicos. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou a importância do envolvimento das crianças no combate ao aedes aegypti: “Agora que as aulas retornaram, atuamos para que cada criança seja um fiscal, um multiplicador. Os filhos mudam a forma de agir de seus pais, seus responsáveis; eles nos convencem” | Foto: Divulgação/HCB A secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, participou da abertura do evento, realizado na terça-feira (20), apresentando um panorama da atuação da SES-DF frente ao grande número de casos da doença. “Caminhamos da seguinte forma: aumentando a vigilância, as notificações e as visitas a domicílios, sendo verdadeiros detetives à caça de criadouros”, disse Florêncio, que também citou medidas como a instalação de tendas e hospital de campanha para atendimento à população. Ela destacou, ainda, a importância de envolver as crianças no combate ao aedes aegypti, já que elas podem lembrar os adultos de seguir condutas de prevenção contra o mosquito. “Agora que as aulas retornaram, atuamos para que cada criança seja um fiscal, um multiplicador. Os filhos mudam a forma de agir de seus pais, seus responsáveis; eles nos convencem”, explicou a secretária. Valdenize Tiziani, diretora executiva do HCB, ressaltou a importância de participar do combate à dengue: “Tudo que pudermos aprender no tratamento desses pacientes, devemos compartilhar: compartilhar nossa experiência, como nossa equipe está vivenciando esse problema. Estamos aqui para contribuir sempre com a rede pública, em todas as necessidades e demandas” A diretora-executiva do HCB, Valdenize Tiziani, também participou do evento. “Somos um hospital terciário, contribuímos menos nessa situação; ainda assim, recebemos os pacientes mais graves na nossa UTI. Temos que unir esforços. Então, tudo que pudermos aprender no tratamento desses pacientes, devemos compartilhar: compartilhar nossa experiência, como nossa equipe está vivenciando esse problema. Estamos aqui para contribuir sempre com a rede pública, em todas as necessidades e demandas.” A enfermeira Marília Graber, lotada na área técnica das arboviroses da Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Distrito Federal, expôs o cenário epidemiológico da dengue no Distrito Federal – incluindo a incidência da doença no público pediátrico. A médica intensivista Selma Kawahara, coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva do HCB, apresentou medidas assistenciais adotadas a cada mudança de quadro dos pacientes “De 10 a 14 anos, temos uma incidência de 2.334,5 casos por 100 mil habitantes; é uma incidência muito alta, considerando que as crianças são uma população vulnerável. De cinco a nove anos, 1.948 casos por 100 mil habitantes. Menores de um ano, que é uma faixa etária muito fragilizada em relação ao acometimento da doença: 1.769 casos por 100 mil habitantes. De um a quatro anos, 1.212 casos por 100 mil habitantes”, relatou Graber. O médico infectologista e coordenador do Serviço de Controle de Infecção do HCB, Bruno Oliveira, abordou o histórico da dengue. “É uma doença febril, aguda, hemorrágica e transmitida por vetores. Na América do Sul, somos o país que mais notifica, temos uma incidência muito maior que os outros países”, contextualizou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O infectologista explicou aos participantes do evento as diferenças de quadro clínico de cada tipo de dengue, destacando sinais de alerta e abordagens terapêuticas. Já a médica intensivista Selma Kawahara, coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva do HCB, conduziu a apresentação de um caso clínico, demonstrando medidas assistenciais adotadas a cada mudança de quadro dos pacientes. O evento foi encerrado pela médica infectologista Marcela Santos, consultora técnica do Ministério da Saúde na coordenação geral de doenças imunopreveníveis, que apresentou as características de duas vacinas já aprovadas pela Anvisa – Dengvaxia e Qdenga – e pela Butantan-DV (vacina brasileira ainda em fase de testes). “A dengue é uma doença que gera sobrecarga nos serviços de saúde. Precisamos de medidas de prevenção e controle eficazes para combater a doença e sabemos que a vacinação é uma das principais e mais relevantes intervenções em saúde pública para controle e eliminação das doenças imunopreveníveis”, explicou Santos. O Distrito Federal foi o primeiro no país a receber as doses do imunizante e já no dia seguinte, 18 postos realizavam a imunização. A campanha de vacinação priorizou, nesta fase, as crianças de 10 e 11 anos de idade. *Com informações do HCB

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Até outubro, quase 100 mil vacinas foram aplicadas em 540 escolas do DF

A parceria entre as secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEEDF) possibilitou a aplicação de quase 100 mil doses de vacinas em 540 escolas do Distrito Federal, entre 2 de março e 31 de outubro. Foram 39.771 apenas contra a gripe, 22.398 doses em combate à covid-19 e 30.527 de imunizantes do calendário de vacinação de rotina, na prevenção de doenças como meningite, febre amarela, poliomielite, sarampo e rubéola, entre outras. Entre os resultados alcançados, no fim de outubro, 94,8% dos professores do DF, entre rede pública e privada, receberam o imunizante contra a gripe em 2023 | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde “A vacinação nos centros de ensino é uma forma de mantermos a qualidade de vida de toda a comunidade escolar. O trabalho junto à SEEDF é fundamental para mobilizarmos as famílias”, afirma a secretária de saúde, Lucilene Florêncio. A cada ação fora das salas de imunização, equipes das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são deslocadas com todo o material necessário para fazer a atualização dos cartões de vacina. Entre os resultados alcançados, no fim de outubro, 94,8% dos professores do DF, entre rede pública e privada, receberam o imunizante contra a gripe em 2023. “A ampliação da cobertura vacinal nas escolas é estratégia fundamental para o alcance da população em idade escolar. A SEEDF, por meio da Gerência de Saúde do Estudante, juntamente com a SES-DF, tem um papel crucial nas ações de saúde para alcançar efetivamente os estudantes da rede”, completa a gerente de Saúde do Estudante da SEEDF, Larisse Cavalcante. 76 mil doses em ações externas Além da vacinação nas escolas, a SES-DF também ampliou as chamadas ações extramuros, quando equipes fazem aplicação em locais de grande circulação de pessoas, como shoppings, terminais de ônibus, parques, igrejas e supermercados, entre outros, além do Carro da Vacina. A parceria entre as secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEEDF) possibilitou a aplicação de quase 100 mil doses de vacinas em 540 escolas Entre 16 de maio e 31 de outubro, foram 224 ações do tipo, com aplicação total de 76.065 doses de vacinas, sendo 37.235 da gripe, 26.332 da covid-19 e 12.498 do calendário de rotina. “Vamos levar a imunização até onde a população estiver. As ações extramuros têm sido uma das estratégias da pasta para alcançar as coberturas vacinais e proteger as pessoas”, acrescenta a secretária de Saúde. Nos dias úteis, são mais de 100 salas de vacina para atendimento. Aos sábados, UBSs também abrem, em esquema de rodízio, para facilitar o acesso. Há unidades, inclusive, com horários estendidos, até as 22h. Todos os locais de vacinação são publicados no site da pasta. Coberturas vacinais O DF já aplicou mais de 7,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus desde o início da campanha de vacinação, em 2021. Neste ano, a procura continuou elevada. “Até 7 de novembro, foram aplicadas mais de 800 mil doses de vacinas de covid-19, sendo 216 mil de monovalentes e 588 mil de bivalentes”, detalha a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Ainda assim, muita gente precisa aderir à campanha: mais de 82,1% da população receberam uma dose e 78,9% completaram o esquema vacinal de duas doses. Porém, 48,5% não retornaram para tomar o reforço, atualmente disponível a todas as faixas etárias a partir dos 5 anos de idade. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os menores índices de cobertura estão entre as crianças: na faixa etária dos 3 e 4 anos, 69,3% não receberam nenhuma dose de vacina contra a covid-19. Entre os bebês de seis meses a 2 anos, 82,1% não se vacinaram. No caso da gripe, a campanha de 2023 foi iniciada em 31 de março e já se aproxima de um milhão de doses: foram 943 mil aplicadas até 26 de outubro. Entre os grupos definidos pelo Ministério da Saúde como prioritários, as maiores coberturas vacinais foram encontradas entre os professores (94,8%), idosos a partir dos 60 anos (57,4%) e crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses (55,9%). Vacinação de bebês As coberturas vacinais das crianças de 0 a 12 meses de idade revelam que o DF está próximo de atingir as metas vacinais de 90%. No caso da tríplice viral, necessária para proteção contra caxumba, rubéola e sarampo, o índice está em 89,5%. Por outro lado, a pentavalente, que previne contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo B, a cobertura ficou em 81,6%, número próximo aos 81,5% alcançados contra a pólio, que tem meta de 95%. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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